Cáceres
Festa da Família fortalece vínculos e promove integração na EMEI Professora Léa Maria Lara Silva
Cáceres
A integração entre escola e família ganhou um significado ainda mais especial durante a realização da Festa da Família promovida pela Prefeitura de Cáceres, por meio da Secretaria Municipal de Educação, através da EMEI Professora Léa Maria Lara Silva. O evento reuniu crianças, pais, responsáveis e toda a comunidade escolar em uma manhã marcada pelo acolhimento, pela convivência e pelo fortalecimento dos laços afetivos.
A programação teve início com um momento de oração e reflexão, que destacou a importância da família na formação humana e no desenvolvimento integral das crianças, reforçando valores como união, respeito, amor e fé.
Na sequência, as famílias participaram de um café da manhã coletivo, proporcionando um ambiente de partilha e interação entre pais, educadores e alunos. Ao longo da manhã, diversas atividades recreativas e pedagógicas foram realizadas, entre elas oficinas de pintura, brincadeiras livres no campo, atividades lúdicas e momentos de integração entre pais e filhos.
As crianças também puderam aproveitar brinquedos infláveis e algodão-doce preparado especialmente para a ocasião, tornando o ambiente ainda mais alegre e acolhedor.
A iniciativa também reforça o compromisso da unidade escolar com a efetivação da Lei Municipal nº 3.172, de 18 de maio de 2023, que institui em Cáceres a Semana do Brincar, reconhecendo o brincar como um direito fundamental da infância e uma importante ferramenta para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças.
Para a diretora da EMEI Professora Léa Maria Lara Silva, Kamilla Patrícia Ferreira Justiniano, momentos como esse fortalecem a parceria entre escola e família e contribuem diretamente para o desenvolvimento dos alunos. “Cada detalhe foi preparado com muito carinho para acolher nossas famílias e proporcionar momentos de afeto, interação e construção de memórias afetivas. Quando família e escola caminham juntas, as crianças se desenvolvem de forma mais segura e feliz”, destacou Kamilla.
O secretário municipal de Educação, Fransérgio Rojas Piovesan, ressaltou a importância de ações que aproximem a comunidade escolar e valorizem a infância. “A educação vai muito além da sala de aula. Eventos como este fortalecem vínculos, incentivam a participação das famílias e reafirmam o compromisso da gestão municipal com uma educação mais humana, acolhedora e participativa”, afirmou o secretário.
A EMEI Professora Léa Maria Lara Silva agradeceu a presença e o envolvimento de todas as famílias, e reconheceu que a participação da comunidade escolar foi fundamental para o sucesso da ação, reafirmando a importância da união entre escola e família na formação das crianças.
Esdras Crepaldi / DRT 940 MT
Cáceres
Secretário classificou de perseguição política pedido de afastamento recomendado por membros da CPI das Obras

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias
O secretário Municipal de Educação, Fransérgio Piovesan, classificou como perseguição política, a decisão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), das Obras, em recomendar o afastamento da funções de três servidores da administração, além dele a assessora de convênios, Gésica Chaika e o servidor fiscal de obras Thales Brito.
“Uma decisão meramente política de dois ex-integrantes da administração que foram demitidos pela prefeita. Para atingir Eliene (prefeita Eliene Liberato Dias) eles atacam os secretários”. A afirmação foi feita por Fransérgio, na tarde desta terça-feira (9/6) se referindo aos vereadores Jerônimo Gonçalves (PL), relator da CPI e Elis Enfermeira (PL), presidente da comissão.
Sem poupar críticas aos vereadores, o secretário disse que “não sei se por incompetência ou má fé, eles fizeram um trabalho totalmente falho” levando em conta que segundo ele, “não existe irregularidades nas obras”. Oportunidade em que apresentou documentos, que em sua opinião, comprovam que “os pagamentos das obras foram feitos com base em documentos fiscais e de contrato.”.
Ele ressaltou que em sua oitiva na CPI ficou claro, que “não havia interesse em esclarecer a verdade, mas sim de perseguir a administração” e que convocou a entrevista para esclarecer a situação porque tem nome a zelar. E, que acredita na isenção política do Ministério Público (MP) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que farão o julgamento do resultado da CPI.
Lembrado pelo site Expressão Notícias de que essa é a terceira vez em que os vereadores propõe o seu afastamento da função, o secretário justificou que “não é a primeira e nem será a última” porque ele contraria alguns interesses, principalmente, porque não está aberto a “fazer concessão não republicana”. Diz que “sou verdadeiro e isso as vezes ofende” e que também não tem apego ao cargo.
Cassação da prefeita Eliene
Além do afastamento dos servidores Fransérgio, Jessica e Thales, a CPI das Obras recomendou a abertura de um processo contra a prefeita Eliene Liberato, após de 11 meses de investigação sobre contratos de obras. A medida, caso seja acolhida pela Câmara Municipal, poderá abrir caminho para a apuração de eventual responsabilidade político-administrativa da chefe do Executivo.
Dentro da CPI, o relatório teve apoio do relator Jerônimo Gonçalves e da presidente Elis Enfermeira. Já o vereador Professor Domingos aprovou parcialmente o documento, mas votou contra a abertura do processo contra Eliene e contra os afastamentos cautelares sugeridos pelo relator.
A CPI analisou oito contratos de obras públicas considerados estratégicos para o município. Entre eles estão intervenções na Praça da Feira, Praça de Alimentação da Feira, obras de pavimentação e drenagem, contratos de infraestrutura, a Unidade Básica de Saúde do Vila Irene e a reforma e ampliação da Escola Municipal Raquel Ramão.
Segundo o relatório, a investigação encontrou uma série de problemas recorrentes nos contratos analisados, incluindo atrasos prolongados, paralisações, aditivos sucessivos, falhas de fiscalização, dificuldades de execução por empresas contratadas e obras que não foram entregues dentro dos prazos inicialmente previstos.O documento sustenta que as irregularidades identificadas não ocorreram de forma isolada.
Para a comissão, os problemas se repetiram em diferentes contratos, envolvendo áreas como saúde, educação, infraestrutura e mobilidade urbana. Entre os pontos destacados pela CPI estão obras paralisadas, empreendimentos que acumularam prorrogações sem solução definitiva e situações que, segundo o relatório, provocaram prejuízos diretos à população e aos cofres públicos.
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