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ETEC Cáceres abre inscrições para cursos técnicos gratuitos; seleção será por sorteio

Publicado em

Cáceres

Unidade oferta vagas em cinco áreas no período noturno; inscrições seguem até 3 de maio e aulas começam em julho

Por Assessoria

A Escola Técnica Estadual de Cáceres abriu inscrições para cursos técnicos gratuitos com início no segundo semestre de 2026. Ao todo, são ofertadas vagas para cinco formações: Administração, Enfermagem, Farmácia, Segurança do Trabalho e Cuidados com Idosos, todas no período noturno.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pela internet até o dia 3 de maio de 2026. Cada candidato pode se inscrever em apenas um curso. Podem participar estudantes que já concluíram ou que estejam cursando o ensino médio.

O processo seletivo será realizado por meio de sorteio público. A lista final de inscritos aptos está prevista para o dia 18 de maio. O sorteio ocorre nos dias 22 e 23 de maio, com transmissão ao vivo. O resultado final será divulgado em 11 de junho, e o início das aulas está previsto para 21 de julho.

Para o diretor da unidade, Douglas Castrillon Jr., a oferta representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional acessível à população. “A  educação profissional tem um impacto direto na vida das pessoas. É uma formação mais rápida, voltada para a prática e alinhada às demandas do mercado de trabalho. Nosso objetivo é ampliar o acesso e mostrar que essa é uma oportunidade real de mudança de vida”, afirma.

A coordenadora de Integração Escola-Comunidade, Ana Paula Dalmás, destaca que a instituição tem intensificado as ações de divulgação para alcançar diferentes públicos. “Muitas pessoas ainda não conhecem as oportunidades que a ETEC oferece. Por isso, estamos fortalecendo o contato com escolas, empresas e a comunidade, para garantir que essa informação chegue a quem realmente precisa”, afirma.

As vagas são distribuídas entre ampla concorrência e ações afirmativas, contemplando candidatos oriundos de escolas públicas, pessoas negras (pretas e pardas), indígenas e pessoas com deficiência, conforme critérios definidos em edital.

Com aulas no período noturno, os cursos são voltados tanto para jovens que estão concluindo o ensino médio quanto para trabalhadores que buscam qualificação profissional. A formação técnica tem como foco preparar o aluno para atuação direta no mercado de trabalho.

Recursos educacionais

A instituição orienta que os candidatos acompanhem todas as etapas do processo seletivo, já que poderão ocorrer convocações para vagas remanescentes.

As inscrições devem ser feitas dentro do prazo estabelecido, e os interessados devem acompanhar todas as etapas do processo pelos canais oficiais.

 

Serviço:

 

Inscrições: 7 de abril a 3 de maio de 2026

Cursos: Administração, Enfermagem, Farmácia, Segurança do Trabalho e Cuidados com Idosos

Seleção: sorteio público

Resultado final: 11 de junho

Início das aulas: 21 de julho

 

Editalhttps://www.secitec.mt.gov.br/documents/d/secitec/edital-n-006-2026-seciteci-mt-processo-seletivo-de-alunos-para-cursos-tecnicos-nas-etecs-2-semestre

Inscrição:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeCNuZ__OjHdJbZVbBuxkRJ0UUBRz2L8t3QfHEIJ-jaAJmM5w/viewform

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Secretário classificou de perseguição política pedido de afastamento recomendado por membros da CPI das Obras

Publicados

em

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

 

O secretário Municipal de Educação, Fransérgio Piovesan, classificou como perseguição política, a decisão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), das Obras, em recomendar o afastamento da funções de três servidores da administração, além dele a assessora de convênios, Gésica Chaika e o servidor fiscal de obras Thales Brito.

“Uma decisão meramente política de dois ex-integrantes da administração que foram demitidos pela prefeita. Para atingir Eliene (prefeita Eliene Liberato Dias) eles atacam os secretários”. A afirmação foi feita por Fransérgio, na tarde desta terça-feira (9/6) se referindo aos vereadores Jerônimo Gonçalves (PL), relator da CPI e Elis Enfermeira (PL), presidente da comissão.

Sem poupar críticas aos vereadores, o secretário disse que “não sei se por incompetência ou má fé, eles fizeram um trabalho totalmente falho” levando em conta que segundo ele, “não existe irregularidades nas obras”. Oportunidade em que apresentou documentos, que em sua opinião, comprovam que “os pagamentos das obras foram feitos com base em documentos fiscais e de contrato.”.

Ele ressaltou que em sua oitiva na CPI ficou claro, que “não havia interesse em esclarecer a verdade, mas sim de perseguir a administração” e que convocou a entrevista para esclarecer a situação porque tem nome a zelar. E, que acredita na isenção política do Ministério Público (MP) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que farão o julgamento do resultado da CPI.

Lembrado pelo site Expressão Notícias de que essa é a terceira vez em que os vereadores propõe o seu afastamento da função, o secretário justificou que “não é a primeira e nem será a última” porque ele contraria alguns interesses, principalmente, porque não está aberto a “fazer concessão não republicana”. Diz que “sou verdadeiro e isso as vezes ofende” e que também não tem apego ao cargo.

Cassação da prefeita Eliene

Além do afastamento dos servidores Fransérgio, Jessica e Thales, a CPI das Obras recomendou a abertura de um processo contra a prefeita Eliene Liberato, após de 11 meses de investigação sobre contratos de obras. A medida, caso seja acolhida pela Câmara Municipal, poderá abrir caminho para a apuração de eventual responsabilidade político-administrativa da chefe do Executivo.

Dentro da CPI, o relatório teve apoio do relator Jerônimo Gonçalves e da presidente Elis Enfermeira. Já o vereador Professor Domingos aprovou parcialmente o documento, mas votou contra a abertura do processo contra Eliene e contra os afastamentos cautelares sugeridos pelo relator.

 

A CPI analisou oito contratos de obras públicas considerados estratégicos para o município. Entre eles estão intervenções na Praça da Feira, Praça de Alimentação da Feira, obras de pavimentação e drenagem, contratos de infraestrutura, a Unidade Básica de Saúde do Vila Irene e a reforma e ampliação da Escola Municipal Raquel Ramão.

Segundo o relatório, a investigação encontrou uma série de problemas recorrentes nos contratos analisados, incluindo atrasos prolongados, paralisações, aditivos sucessivos, falhas de fiscalização, dificuldades de execução por empresas contratadas e obras que não foram entregues dentro dos prazos inicialmente previstos.O documento sustenta que as irregularidades identificadas não ocorreram de forma isolada.

Para a comissão, os problemas se repetiram em diferentes contratos, envolvendo áreas como saúde, educação, infraestrutura e mobilidade urbana. Entre os pontos destacados pela CPI estão obras paralisadas, empreendimentos que acumularam prorrogações sem solução definitiva e situações que, segundo o relatório, provocaram prejuízos diretos à população e aos cofres públicos.

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