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Festival de mulheres no cinema está com inscrições abertas

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Mais uma vitrine para a exibição da produção audiovisual de cineastas mulheres de todo Brasil está com as inscrições abertas. O Fim CineFestival Internacional de Mulheres no Cinema chega a sua quarta edição e será realizado em novembro, em São Paulo. 

Até o dia 28 de setembro podem ser feitas as incsrições para as mostras competitivas nacionais nas categorias Documentário e Ficção, ambas para longas metragens e também para a categoria “60+ O Fogo que Não se Apaga”, dedicada a obras dirigidas por mulheres com mais de 60 anos.

O formulário e o regulamento estão disponíveis no instagram do evento, @fimcine.  Não é cobrado nenhum valor para participar. 

Podem se inscrever produtoras e cineastas com longas-metragens dirigidos ou co-digiridos por mulheres cis e transgênero, de todas as regiões do país.

Serão aceitos filmes, inéditos ou não, com duração mínima de 70 minutos e finalizados entre outubro de 2023 a setembro de 2026. No caso da Mostra 60+, além dos longas com duração de no mínimo 70 minutos, poderão ser inscritos também telefilmes com mais de 50 minutos, nos gêneros ficção, documentário ou animação.

Além das mostras competitivas, o festival contará com longas dirigidos por diretoras estrangeiras, escolhidos diretamente ou convidados da curadoria do evento, que serão exibidos fora da competição.

A lista de obras selecionadas será oficialmente divulgada no site www.fimcine.com.br em outubro. O Festival Internacional de Mulheres no Cinema será realizado de 05 a 19 de novembro.

 

 




Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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