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Cultura

Chapada Diamantina recebe 13º Festival de Jazz do Capão

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Um festival de Jazz, ações ambientais, oficinas de música, o friozinho do inverno. Tudo embalado pela exuberante natureza da Chapada Diamantina. Esse é o cartão de visitas do 13º Festival de Jazz do Capão, que acontece no Circo Capão, situado no distrito baiano de Palmeiras, no coração do Parque Nacional da Chapada Diamantina, na Bahia.

A área localizada no Vale do Capão, receberá a programação – que é totalmente gratuita – nesta sexta e sábado. Hoje, os shows começam a partir das 19h e no sábado, a partir das 18h. São artistas que representam diferentes vertentes da cena musical brasileira, além da Mostra Capão, dedicada à produção artística local, e da Mostra UFBA, que apresenta um projeto selecionado pela Escola de Música da Universidade Federal da Bahia.

A primeira noite de shows terá o baterista Victor Brasil , o duo de percussionistas e pesquisadores musicais baianos Tiago Nunes e Alana Gabriela em Orí Mejí , além do Quarteto Emmbra, formado apenas por instrumentistas mulheres, vindas de diferentes cidades do Brasil e com trajetórias autorais consolidadas. O grupo nasceu do projeto Emmbra – Escritas Musicais de Mulheres Brasileiras, idealizado por Aline Gonçalves. O projeto reuniu partituras de compositoras no Brasil e foi vencedor do Prêmio Profissionais da Música 2021 na categoria Livros Musicais.

Entre os destaques do segundo dia de festival, uma das pratas da casa, o grupo Arí Vinícius Quinteto, que apresentará composições autorais que integram seu primeiro álbum. Morador do Vale do Capão há 28 anos, Ari Vinícius construiu uma trajetória profundamente ligada à vida cultural da comunidade, como músico, produtor, educador e diretor musical.

O encerramento do festival será com a cantora, compositora e pesquisadora musical carioca, Ilessi,  que trará um repertório reunindo composições autorais, recriações de obras de importantes compositores brasileiros e cantos de tradição oral, tudo embalado pela música brasileira contemporânea e o jazz. 

“Eu vou apresentar o show Atlântico Negro, junto com os músicos Marcelo Galter no piano, Ledson Galter no baixo e Reinaldo Boaventura na percussão. Repertório com músicas do disco do mesmo nome, Atlântico Negro, meu disco mais recente. Vai ser um show muito bonito, um festival maravilhoso”.

A programação completa está disponível no instagram @festjazzcapao.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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