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Cultura

Cine Sesi promove oficinas de audiovisual e sessões gratuitas na Bahia

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Mais de 18 filmes, oficinas de capacitação técnica, debates com realizadores e sessões especiais. Tudo isso a partir desta terça-feira (8), no 3º Cine Sesi, com programação nas cidades de Salvador e Cachoeira, na Bahia. 

As atividades desta terça acontecem no Centro Cultural Sesi Casa Branca, no bairro do Caminho de Areia, em Salvador, a partir de 18h30.

Na abertura, serão exibidos curtas, com a presença do Bando de Teatro Olodum, companhia negra com mais de 30 anos de história e homenageada desta edição.

O festival tem mais de uma semana de sessões de cinema e transmissões online para vários públicos. Na sessão Baianinha, curtas infantis contam com atividades pedagógicas logo após a exibição.

Já nas sessões de homenagem, acontece a exibição de importantes longas do cinema nacional, como Ó Paí, Ó, nesta quarta-feira, e Besouro, além do documentário Bando, um Filme, de Lázaro Ramos e Thiago Gomes, na quinta, dia 10.

Nas sessões Memória do Agora, um espaço para produções recentes. Já a sessão Memória e Legado traz as obras consagradas como Longe do Paraíso, de Orlando Senna, e Malês, de Antonio Pitanga.

No dia 15, a programação será no Cine Theatro Cachoeirano, na cidade de Cachoeira.

Em paralelo a tudo isso, estão programados outros eventos e oficinas para a prática do mercado de cinema, como assistente de figurino e atuação.

Os ingressos devem ser retirados nos canais oficiais do evento. Todo festival é de graça e segue até o dia 16 de setembro.

Quem não puder participar de sexta a domingo, ficará disponível uma seleção de filmes no canal do Sesi Bahia no YouTube.


Fonte: EBC Cultura

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Cultura

Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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