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São Luís celebra 414 anos com shows gratuitos durante o mês todo

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Em todo o país tem gente preparada para aproveitar o feriado da Independência, não é?

Mas na cidade de São Luís, no Maranhão, esse feriadão terá um dia a mais.

É que a capital maranhense também comemora, dia 8 de setembro, seus 414 anos de fundação.

Para celebrar a data, foi preparada uma programação que se estende ao longo de todo o mês de setembro.

Todas as apresentações, abertas ao público, acontecem na Cidade da Alegria, no centro histórico, ao lado do Terminal da Praia Grande.

Para começar, São Luís, também conhecida como “Jamaica Brasileira”, abre as festas no sábado (5) com a “Noite do Reggae”.

A abertura oficial celebra o Dia Municipal do Reggueiro e a influência do ritmo jamaicano com shows de Alpha Blondy e Célia Sampaio.

No dia seguinte, quem se apresenta na “Noite do Pop Nacional” são os cantores Fábio Jr., Maria Rita e Hungria.

No dia 7, feriado da Independência, a noite é dedicada ao sertanejo, com apresentações de Simone Mendes, Maiara & Maraisa e Matheus Fernandes.

E no aniversário da cidade, dia 8 de setembro, muito samba e MPB com a maranhense Alcione, Thiaguinho e Carlinhos Veloz.

Mas a festa não acaba, porque a sexta-feira seguinte, dia 11, será de música gospel, com Gabriela Rocha e Felipe Rodrigues.

No sábado, é dia de rock nacional, com as bandas Dado Villa-Lobos, Jota Quest e Capital Inicial.

E no domingo, o arrocha de Pablo e Neto Britto.

Acha que acabou? Ainda não.

Nos dias 17 e 18, ainda acontecem os shows da banda Calypso, Pabllo Vittar, Iza e Luísa Sonza.

O feriadão da Independência e o aniversário de São Luís têm só quatro dias, mas a festa é o mês de setembro inteiro.

*Com sonoplastia de Jailton Sodré


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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