Search
Close this search box.

Cultura

Alagoas ganha rota turística de cidades coloniais

Publicado em

Cultura

O governo federal sancionou nesta semana a lei que cria a Rota Turística das Cidades Coloniais Alagoanas. O circuito abriga sete cidades com patrimônios arquitetônicos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Com o reconhecimento, é possível destinar recursos de programas oficiais da União para estruturar e promover o turismo histórico, de natureza e de aventura nesta região do estado de Alagoas, além de valorizar a preservação da história e da diversidade cultural do Nordeste. 

O roteiro de cidades coloniais alagoanas é formado pelos municípios de Marechal Deodoro, Penedo, Piranhas, Delmiro Gouveia, União dos Palmares, Porto Calvo e Água Branca. 

Além de casarões, ruas com paralelepípedos originais, prédios e igrejas do período colonial dos séculos 16 e 17, o conjunto arquitetônico das sete cidades remete a importantes momentos da história do Brasil em várias searas.

Entre eles, Marechal Deodoro foi a primeira capital de Alagoas; Piranhas, teve papel estratégico na navegação do rio São Francisco durante os períodos Imperial e Republicano; já Delmiro Gouveia recebeu a primeira usina hidrelétrica da região Nordeste, em 1913; enquanto União dos Palmares abriga a Serra da Barriga, local associado ao Quilombo dos Palmares e à resistência negra durante o Brasil Colônia.

Entre outros pontos turísticos históricos da rota estão a Igreja de Nossa Senhora da Corrente, o Complexo Conventual Franciscano de Santa Maria Madalena, o Museu do Sertão, o Theatro Sete de Setembro e as ruínas de engenho de açúcar da cidade de Porto Calvo.
 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Fortaleza recebe 36ª edição do Cine Ceará com filmes gratuitos

Publicados

em

O Cine Ceará, um dos mais tradicionais festivais de cinema do país, começa neste sábado (7), na capital Fortaleza, com a exibição gratuita de filmes no Cineteatro São Luiz e no Cinema do Dragão. O evento, que chega à sua edição de número 36, é um grande ponto de encontro entre cineastas, público, indústria e crítica especializada.

O festival conta com três grandes mostras: a Ibero-americana de Longa-metragem, destinada a produções da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha; a Brasileira de Curta-metragem, voltada para filmes de ficção, documentários e animação realizados por brasileiros ou radicados no país há mais de três anos; e a Mostra Olhar Ceará, direcionada para produtores e diretores cearenses, com filmes em curta e longa-metragem.

Os prêmios para os vencedores podem chegar a até R$ 40 mil. Os participantes também concorrem ao Troféu Mucuripe, que reconhece diversas categorias, como melhor ator, atriz e roteiro.

O cineasta Wolney Oliveira, diretor do Cine Ceará, destaca que esta edição do evento faz uma homenagem especial à capital cearense, que completou 300 anos em abril.

“Toda a programação do festival é em homenagem à cidade de Fortaleza. E é um orgulho muito grande a gente poder dar visibilidade aos 300 anos da nossa cidade, homenageando Fortaleza. E a cara do festival esse ano é o Farol do Mucuripe, que é um farol muito antigo, que é um símbolo de Fortaleza. E a gente está pegando esse farol e toda a programação visual é em cima dos 300 anos de Fortaleza”.

O diretor acrescenta que o festival vai além da exibição dos filmes nas mostras tradicionais.

“A gente conta com lançamento de filmes, pré-estreias. O primeiro filme “A Gente Nunca Esquece”, que é para crianças de escolas públicas, lançamentos de livros, workshops, cursos e também debates”.

O evento ainda tem uma parte voltada para pessoas em situação de rua e crianças de escolas públicas, que podem acompanhar exibições de filmes nas mostras sociais, como explica Wolney.

“São várias. Uma delas, a mostra para pessoas em situação de rua, é uma mostra que a gente faz na praça do Ferreira, que tem vários moradores de rua lá, que moram na praça, e a gente também contrata dez moradores em situação de rua para trabalharem nessa mostra e também para trabalharem no festival. A mostra dirigida a crianças de escolas públicas, que estejam matriculadas em escolas públicas, e elas vêm e entram no cinema pela primeira vez, depois tem um lanche e um debate sobre os filmes, sobre o filme que elas viram”.

Cerca de 10 mil pessoas devem participar do Cine Ceará. E lembrando: toda a programação é de graça!

Mais informações em cineceara.com.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA