Cultura
Parintins conhece campeão do festival nesta segunda-feira
Cultura
O 59º Festival de Parintins de 2026 encerrou neste domingo com muita emoção e entusiasmo das torcidas dos bois Garantido e Caprichoso. Mais de 100 mil pessoas assistiram à festa e, nesta segunda-feira, o coração vai bater mais forte dos torcedores das duas agremiações. A apuração começará às 4 da tarde. Haja coração!

Durante as três noites de apresentações, os dois bumbás defenderam seus projetos artísticos diante dos jurados, que avaliaram 21 quesitos, como apresentador, cunhã-poranga, alegorias, ritual indígena e evolução. O Caprichoso apostou no tema “Brinquedo que Canta seu Chão”, com destaque para a ancestralidade e os conhecimentos dos povos da Amazônia. Já o Garantido levou à arena o espetáculo “Boi do Povo, Boi do Povão”, exaltando a cultura popular, a espiritualidade e as tradições amazônicas.
A leitura das notas seguirá as regras do festival e definirá o grande vencedor da edição de 2026. A expectativa é de mais um capítulo emocionante da maior disputa folclórica do país, que todos os anos mobiliza milhares de torcedores e fortalece a cultura amazonense.
Cultura
Artistas comentam desafios e oportunidades na carreira
O Dia do Artista, comemorado em 24 de agosto, chama atenção para a importância daqueles que transformam criatividade e talento em trabalho. Marcele Catarini, desde os três anos, é bailarina e hoje é professora de dança. Ela comenta como se profissionalizar na área.

“Trabalhar com a arte tem suas dificuldades, porém ser artista é mais uma necessidade íntima e inevitável de expressão do que algo como trabalho. Mas, claro, somos artistas profissionais que persistem em meio a muita desvalorização e descaso ainda. Mas sabemos que um dia melhorará.”
A dedicação e a formação são importantes para quem deseja seguir carreira artística, mostrando que o desenvolvimento de habilidades e a busca por conhecimento são fundamentais para conquistar espaço no mercado. Alcivã Moraes, do município de Guarapé-Miri, é pintor e desenhista há 19 anos e fala sobre as oportunidades de trabalhar com a arte.
“A partir dos três, eu comecei a me interessar muito pela pintura. Por conta própria, eu pintava em tecidos, comprava algumas tintas de tecido que não eram tintas adequadas, mas era só mesmo para seguir a paixão, o amor à arte. Daí, então, fui fazendo alguns trabalhos. Tudo começou na escola, sendo fundamental: trabalhos que eu fazia muito para os colegas de ciências, inclusive alguns concursos também de que a escola participava, intermunicipais, a respeito de desenho artístico e outros tipos de concursos. E eles me colocavam.”
O mercado de trabalho artístico oferece diversas possibilidades, mas viver da própria produção exige planejamento, persistência e criatividade. Além dos artistas que criam e apresentam suas obras, a produção cultural também envolve professores, críticos, diretores e outros profissionais que contribuem para fortalecer a arte na sociedade.
Para quem sonha em viver de criatividade, o caminho envolve experiência, dedicação e busca constante por novas oportunidades.
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