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NLS traz alto padrão para projeto de metragens inteligentes

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O mercado imobiliário de Alphaville ganha um novo referencial de sofisticação. Conhecida por seus empreendimentos de altíssimo padrão e metragens generosas, a NLS apresenta uma proposta inovadora para a região: o RYO Copacabana. Em vez de seguir movimentos genéricos de mercado, a incorporadora lapidou um projeto específico para atender a um público exigente que busca a máxima sofisticação integrada a um estilo de vida mais dinâmico, prático e urbano.

O grande diferencial do projeto está na transposição do DNA de luxo da NLS para metragens mais compactas, sem qualquer perda de qualidade ou status. Essa exclusividade se reflete, fundamentalmente, na concepção de uma torre única, garantindo a privacidade, o conforto e a atmosfera reservada que os clientes da marca priorizam.

Nesse cenário nasce o RYO Copacabana, desenvolvido em parceria com a Rainha, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2026 e obras já iniciadas.

Com unidades que variam entre 43 e 77 m², o projeto se destaca pela inteligência espacial, com plantas funcionais que priorizam a fluidez e a integração dos ambientes. Inspirado na atmosfera e na leveza do Rio de Janeiro, o empreendimento traduz o conceito “RYO Copacabana: um novo ritmo para a vida em Alphaville”.

Assinado pelo renomado escritório Renata Marques Arquitetura & Gerenciamento, o projeto traz áreas comuns que funcionam como uma extensão natural do altíssimo padrão dos apartamentos. O ecossistema residencial inclui espaços como coworking, estúdio de podcast, áreas de convivência, rooftop com piscina, academia de última geração, spa, sport bar e ambientes totalmente voltados ao bem-estar e à socialização.

Segundo Leandro Storto, diretor de Incorporação da NLS, o empreendimento representa um marco estratégico de engenharia e design para a empresa.

“Pela primeira vez, levamos o nosso rigor construtivo, o design autoral e o padrão de acabamento que nos definem para uma metragem mais compacta. Não estamos seguindo uma tendência, estamos criando uma solução específica de altíssimo padrão: um projeto de torre única onde a inteligência espacial e a sofisticação máxima caminham juntas”, afirma o executivo.

Mais do que um novo lançamento, o RYO Copacabana eleva o conceito de morar bem na região. Ele prova que o verdadeiro altíssimo padrão não se mede apenas por metros quadrados, mas pela assinatura de exclusividade, conveniência e excelência que a NLS imprime em cada detalhe.



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A coragem de não falar com todo mundo

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Especializada em marketing para seguros e self storage, a Creative Wings aposta em uma lógica simples, mas rara: para comunicar bem, é preciso entender o negócio antes de vender qualquer ideia. Quando Glauco Ormond decidiu concentrar a Creative Wings em seguros e self storage, a escolha não foi apenas estratégica. Foi também uma resposta a uma dor vivida de dentro.

“Eu fui Head de Marketing no mercado de seguros e senti na prática como é difícil encontrar uma agência que entenda o negócio, a linguagem, os produtos, os riscos, os canais de distribuição e, principalmente, o tempo desse mercado. Muitas vezes, a agência tinha boa intenção, mas não entendia o contexto. E quando você precisa explicar tudo do zero, o marketing perde velocidade e relevância”, afirma o fundador.

A decisão de nichar nasceu dessa percepção. Em vez de atender muitos setores de forma genérica, a agência escolheu se aprofundar em mercados técnicos e com potencial.

No caso dos seguros, os números confirmam a força do setor. Segundo a CNseg, o mercado segurador brasileiro arrecadou R$ 376,7 bilhões no primeiro semestre de 2025, alta de 4,2% sobre o ano anterior. No intervalo, foram R$ 268 bilhões devolvidos à sociedade em indenizações, benefícios, resgates, sorteios e despesas assistenciais de saúde. Para 2026, a projeção é de R$ 808 bilhões e crescimento de 5,7%.

Já o self storage vive expansão e profissionalização. Dados da ASBRASS mostram que o número de boxes no país passou de 147.770 em 2021 para 220.901 em 2025, crescimento de 49,5% em quatro anos. Ao mesmo tempo, o setor ainda enfrenta desafios de regulamentação, padronização e amadurecimento, o que torna a comunicação especializada necessária.

Por que esses mercados?

“Porque são mercados que não aceitam superficialidade. Seguro não é só vender apólice. Self storage não é só alugar espaço. Os dois lidam com confiança, patrimônio, risco, proteção, operação, relacionamento e educação do cliente. Se a comunicação não respeita isso, perde impacto real.”

Para Glauco, a especialização permite entregar mais do que campanhas. Permite entregar leitura de mercado.

“Quando a gente senta com um cliente de seguros ou self storage, a conversa já começa em outro nível. A gente sabe o que é corretora, seguradora, operadora, benefício, RC, sinistro, operador, locatário, box, ocupação e conversão. Isso muda tudo.”

Uma das inspirações veio de uma palestra do Caito Maia, fundador da Chilli Beans. Glauco já admirava a forma como ele construiu uma marca com personalidade, coragem e identidade própria, mas ouvir sua história de perto trouxe uma provocação: crescer não significa tentar falar com todo mundo. Muitas vezes, crescer é ter coragem de escolher onde se quer estar.

“Naquele momento, ficou ainda mais claro para mim que a Creative Wings não precisava ser apenas mais uma agência de marketing. A gente podia, e deveria, assumir um posicionamento mais específico, profundo e verdadeiro.”

Assim como a Chilli Beans criou uma marca forte ao unir produto, cultura, atitude e consistência, Glauco escolheu construir sua atuação a partir do conhecimento real desses mercados.

“A palestra do Caito me ajudou a criar coragem para tomar uma decisão que, no fundo, eu já sabia que fazia sentido: nichar em seguros e self storage. Não como limitação, mas como escolha estratégica. Porque quando você entende profundamente um segmento, deixa de entregar apenas comunicação. Passa a entregar visão de negócio e caminhos mais consistentes para crescimento.”

E essa escolha trouxe resultado?

“Hoje eu vejo que foi uma decisão muito assertiva. Quanto mais a gente se aprofunda, mais valor conseguimos gerar. E isso também nos dá o privilégio de escolher melhor os clientes com quem queremos trabalhar.”

Esse ponto é central na visão de Glauco. Para ele, não basta contratar uma agência especialista se a empresa não está disposta a construir em parceria.

“Não adianta contratar um especialista e não escutar. Marketing não funciona quando vira uma relação de fornecedor e pedido. Funciona quando existe confiança, troca, alinhamento e coragem para executar. A gente quer trabalhar com clientes com perfil de parceria, que queiram crescer, respeitem o processo e estejam abertos a ouvir.”

A fala pode soar incomum em um mercado em que muitas agências tentam atender qualquer demanda. Mas, para Glauco, crescer também passa por saber dizer não.

“Tem cliente que a gente sabe que pode alavancar. Tem cliente que tem produto, história e diferenciais, mas ainda não conseguiu transformar isso em comunicação, posicionamento e oportunidade. É aí que a gente entra forte. Mas precisa ter parceria. Sem isso, o melhor planejamento vira arquivo parado.”

Um exemplo recente reforçou essa percepção. Outro dia, ouvimos de um cliente, uma corretora que atua com um tipo de seguro muito nichado, olha o nicho aparecendo de novo, que depois da nossa entrada como agência, a dinâmica comercial mudou. Antes, a empresa precisava ser muito mais ativa na prospecção. Hoje, esse movimento acontece de forma mais passiva, porque as pessoas começaram a conhecer melhor a corretora, o que ela faz e em que é especialista.

“E poxa, isso é muito gratificante de ouvir. Porque no fim, é exatamente isso que a gente busca. Não é fazer marketing de forma solta, sem conexão com o negócio. É ajudar uma empresa a ocupar o lugar que ela merece no mercado. Quando o cliente começa a ser procurado porque ficou mais claro quem ele é, o que faz e em que é especialista, o marketing cumpriu um papel muito importante.”

No fundo, essa trajetória fala sobre marketing, mas também sobre escolha. Escolher um nicho. Escolher profundidade. Escolher clientes. Escolher ser parceiro antes de ser prestador.

E talvez esse seja o recado para outros empreendedores: especializar não é diminuir o mercado. É aumentar a relevância.

“Durante muito tempo, eu vi empresas tentando parecer maiores sendo genéricas. Hoje acredito no contrário. Quanto mais claro você é sobre o que faz, para quem faz e por que faz, mais forte você fica. A Creative Wings nasceu para ajudar empresas de seguros e self storage a comunicarem melhor o valor que elas já têm, mas muitas vezes ainda não conseguiram mostrar do jeito certo.”



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