Saúde
Após cirurgia, cacique Raoni segue com boa evolução clínica em UTI
Saúde
O cacique Raoni Metukire, de 94 anos, foi submetido na tarde de sábado (20) a uma cirurgia para desobstrução intestinal, no hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulista.

O procedimento foi feito sem complicações, com uma técnica minimamente invasiva. Posteriormente, o cacique foi transferido para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para se recuperar da cirurgia e do quadro de desidratação e pneumonia aspirativa.
Em boletim divulgado às 11h30 deste domingo (21), o hospital afirma que o cacique segue com boa evolução clínica, afebril e respirando em ar ambiente. Está consciente e respondendo às solicitações.
O Instituto Raoni, que presta informações sobre o estado de saúde do cacique, nas redes sociais, agradeceu a todos que vibraram positivamente pela cirurgia e pela recuperação da liderança indígena.
“A cirurgia foi um sucesso e ele permanece na UTI para observação, recebendo todos os cuidados”, afirma o instituto, em nota. “Nossa profunda gratidão por cada gesto de carinho e solidariedade”.
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Anteriormente, Raoni estava internado no hospital Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop, no Mato Grosso. Ele foi transferido para São Paulo sexta-feira (19).
Em São Paulo, o acompanhamento de Raoni é conduzido pelo médico Franz Robert Apodaca Torrez, cirurgião e professor da Escola Paulista de Medicina da Unifesp.
Saúde
Maioria dos pacientes que importam remédios canábicos faz musculação
Uma pesquisa inédita da Blis Data 2026, a maior base de dados sobre pacientes canábicos da América Latina, aponta a musculação como a principal atividade praticada por quem faz esse tipo de tratamento com produtos importados. Ela aparece no topo da lista das modalidades mais populares, com 44%.

Levantar peso para trabalhar os músculos fica em primeiro lugar com forte predominância, já que a segunda colocada, a caminhada, soma apenas 9%. Corrida e pilates respondem, respectivamente, por 8,4% e 8%.
Na quinta colocação fica o ciclismo (6%). Em uma relação mais longa, de 10 posições, o futebol figura em penúltimo, isto é, 9º lugar.
A maioria (54%) dos participantes se exercita de três a cinco vezes por semana. Um quinto (20%) mantém-se ativo diariamente.
A Blis Data 2026 revela ainda as queixas mais comumente relatadas pelos pacientes canábicos. São elas: perda de foco (1°), sono ruim (2°) e estresse matinal (3°).
Outro dado importante diz respeito à utilização casada do medicamento canábico com outros, convencionais. Nesse caso, a parcela é de mais de 54%.
A plataforma elaborou o levantamento após filtrar mais de 75 mil cadastros seus, limitando-se a analisar somente os hábitos do grupo não sedentário, majoritário e que totaliza mais de 47 mil pessoas. Os cadastros são feitos voluntariamente e incluem questões sobre aspectos emocionais concernentes ao uso de medicamentos à base de cannabis sativa.
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