Polícia
Polícia Civil deflagra operação contra integrantes de facção investigados por homicídio em Juara
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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (26.5), a Operação Supplicium, com o objetivo de cumprir seis ordens judiciais no âmbito da investigação que apura o homicídio de Robert Soares Mariano, 35 anos.
O crime ocorreu no dia 15 de março deste ano, no bairro Residencial Bandeirantes, em Juara. Criminosos em uma motocicleta surpreenderam a vítima e efetuaram disparos de arma de fogo.
As investigações apontam que o homicídio ocorreu por determinação de uma facção criminosa, em contexto de disputa entre facções rivais.
A operação, realizada pela Delegacia de Juara, resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra um jovem, de 19 anos, apontado como integrante de facção criminosa e investigado por participação direta na execução da vítima.
Também foi cumprido um mandado de internação provisória de um adolescente, de 17 anos, investigado por ato infracional análogo aos crimes de homicídio qualificado e favorecimento ao domínio social estruturado.
O terceiro alvo não foi localizado e está foragido. As ordens judiciais partiram da 3ª Vara Criminal e da 2ª Vara Cível da Comarca de Juara, após representação da Polícia Civil e parecer favorável do Ministério Público.
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do adolescente, no Bairro Jardim Primavera, os policiais civis localizaram 17 porções de pasta base de cocaína prontas para comercialização, além de 24 embalagens plásticas do tipo “zip lock”, utilizadas no fracionamento de entorpecentes.
O adolescente assumiu a propriedade da droga e informou que comercializava cada porção pelo valor de R$ 50. Diante da situação flagrancial, ele responderá também por ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas.
As diligências contaram com apoio de policiais civis da Delegacia de Porto dos Gaúchos e tiveram como foco o cumprimento de mandados de prisão preventiva, internação provisória, busca e apreensão domiciliar e demais medidas cautelares.
O nome da operação Supplicium faz referência ao termo em latim relacionado à punição extrema, em alusão à execução praticada pelos investigados.
As investigações prosseguem para identificação de outros envolvidos e completa elucidação dos fatos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Falsa Vantagem para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.
Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).
A operação integra os trabalhos de investigação que apuram a atuação de um grupo suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas. As investigações apuram os crimes de extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa.
Entre os alvos estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A operação tem como objetivo apurar como os fatos ocorriam, se a prática criminosa era habitual, identificar desde quando o grupo atuava e localizar outras possíveis vítimas.
Promessa de influência
De acordo com as investigações, o grupo teria prometido a familiares de um condenado a anulação da pena imposta pela Justiça, afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões, cobrando o pagamento de R$ 150 mil em espécie pela garantia do benefício.
Segundo o apurado, a solicitação do pagamento em espécie teria sido utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos valores. Porém, a medida resultou apenas na redução da pena do condenado, e não em sua anulação, conforme havia sido prometido.
Insatisfeito com o resultado, o beneficiário passou a exigir a devolução dos valores pagos, circunstância que também é objeto da investigação.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os mandados buscam apreender aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de outros eventuais envolvidos.
Nome da operação
O nome “Falsa Vantagem” faz referência à promessa de obtenção de influência sobre decisões judiciais em troca de pagamento, criando nas vítimas a falsa expectativa de que haveria garantia de resultados favoráveis perante o Poder Judiciário.
As investigações prosseguem para apurar a extensão do esquema criminoso, identificar outras possíveis vítimas e individualizar a participação de cada investigado.
Operação Pharus
A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.
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