Saúde
Escola municipal recebe serviços de manutenção e revitalização no Jardim Paula II
Saúde
A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) “Professora Ângela Jardim Botelho”, localizada no bairro Jardim Paula II, recebeu neste fim de semana diversos serviços de manutenção e revitalização, como corte de grama, poda de árvores, varrição e jardinagem. As ações são necessárias para manter a funcionalidade do ambiente escolar e fazem parte do cronograma permanente de cuidados nas unidades da rede municipal.
“Essas atividades foram realizadas neste fim de semana para que os trabalhos fossem executados com mais tranquilidade e sem a presença dos alunos no ambiente escolar. Alguns equipamentos, como os utilizados no corte de grama, produzem muito barulho e, se os serviços fossem realizados durante a semana, poderiam deixar os estudantes mais agitados e comprometer o processo de ensino-aprendizagem”, explicou a diretora Meire Aparecida Cartegnelutti.
A assessora de Obras da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Aliestt Rodrigues de Souza, destacou que a manutenção das unidades escolares envolve diferentes setores e exige atenção contínua.
“A falta de manutenção pode comprometer o funcionamento da escola, por isso é fundamental manter em dia as revisões das instalações elétricas e hidráulicas, dos sistemas de ar-condicionado, além da troca de lâmpadas e de outros serviços. Também é importante conservar áreas de convivência, como quadras e espaços abertos, para evitar desgastes e garantir a segurança de todos”, afirmou.
A assessora ressaltou ainda que a secretária da pasta, Maria Fernanda Figueiredo, acompanha de perto as demandas relacionadas ao ambiente escolar e cobra atenção constante às necessidades das unidades.
“Fazemos diariamente o levantamento das demandas e visitas às unidades escolares para acompanhar de perto o andamento dos serviços que estão sendo realizados”, completou.
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Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
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