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Cultura

Começa em Manaus a tradicional Feira Folclórica do Amazonas

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A tradicional Feira Folclórica do Amazonas começa no Centro Cultural dos Povos da Amazônia, localizado na Bola da Suframa, Zona Sul de Manaus.

O evento marca o início da temporada cultural, que antecede o Festival Folclórico do Amazonas 2026, e promete movimentar o cenário artístico da capital amazonense.

Neste ano, a grande novidade é a realização de disputas entre os grupos folclóricos, o que deve aumentar a competitividade e também a interação com o público.

A programação segue até o dia 24 de maio, sempre de quinta a domingo, a partir das 8 horas da noite.

A feira reúne diversas manifestações culturais que representam as tradições da região amazônica. Entre as atrações estão apresentações de cirandas, quadrilhas, tribos indígenas, coreografadas e bois bumbás, levando ao público muita música, dança, cores e encenações inspiradas nas lendas e costumes populares da Amazônia.

Além de valorizar a cultura regional, o evento também funciona como preparação para o Festival Folclórico do Amazonas. Os grupos aproveitam o espaço para ensaios e ajustes técnicos no mesmo local, onde acontecem as apresentações oficiais.

Com entrada gratuita, a Feira Folclórica também incentiva a economia criativa, fortalece os artistas locais e amplia o acesso da população à cultura popular amazonense.


Fonte: EBC Cultura

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Feira do Livro de SP reúne de autores consagrados aos independentes

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Em São Paulo, a quinta edição da Feira do Livro segue até domingo (7) com centenas de autores e expositores na Praça Charles Miller no Pacaembu, com entrada gratuita.

Esse é o quinto ano do festival literário que reúne mais de 160 expositores, entre editoras, livrarias e instituições dedicadas ao livro e à leitura. A programação traz três palcos oficiais e três de atividades paralelas.

O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, comenta sobre o destaque para a literatura latino-americana.

“A gente sempre teve grandes autores da América Latina visitando a feira. Então vai ter a Pilar Quintana, por exemplo, é uma das maiores autoras do mundo atualmente. Ela escreveu aquele livro A Cachorra, que é um livro muito celebrado. E a Alejandro Droznes, que é um autor que fala sobre a Copa Libertadores da América e a história da América Latina. Vem gente de várias regiões: Chile, Argentina, Colômbia…”

O evento traz autores consagrados como Ana Maria Machado e Silviano Santiago, além de nomes da nova safra, e livreiros independentes de São Paulo, que falam sobre o Mapa das Livrarias de Rua.

A literatura infanto-juvenil marca presença, em atividades como o bate-papo com Madu Costa, autora do livro “Trança a trança”, sobre uma avó que trança o cabelo da neta. A escritora explica que o livro ilustrado celebra o pertencimento e a ancestralidade do povo negro.

“Essa ancestralidade permanece no sorriso que a menina e a avó entregam. Elas de pé no chão, no quilombo, da roda, do contato com a terra.  Dessa coisa da herança ancestral,  num texto que tem tantas camadas, dá um tratado sobre as relações africanas e as heranças africanas na constituição da nossa identidade”.

A feira também discute questões contemporâneas, como o genocídio na Palestina, com o cientista político Norman Finkelstein, e o excesso de tempo de tela entre as crianças, num papo com os escritores infantis Jaminho Alves e Luis Lodi.

A programação da Feira do Livro é gratuita e os detalhes estão no site afeiradolivro.com.br

* Com colaboração de Victor Ribeiro.


Fonte: EBC Cultura

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