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Cáceres

Posicionamento do Presidente da Câmara: respeito, consciência e responsabilidade

Publicado em

Cáceres

Por Assessoria

Nos últimos dias, tenho acompanhado com atenção as manifestações públicas relacionadas à retomada de mandato parlamentar e às alegações que foram levantadas.

E antes de qualquer esclarecimento jurídico ou institucional, faço questão de começar por aquilo que considero mais importante: o respeito às mulheres não é pauta de ocasião — é um valor que precisa ser vivido todos os dias.

Como homem, como cidadão e como Presidente da Câmara, tenho plena consciência do meu papel. Sei que mulheres enfrentam desafios reais, históricos e muitas vezes silenciosos. E justamente por isso, esse é um tema que exige sensibilidade, responsabilidade e, acima de tudo, verdade.

Por isso, afirmo com tranquilidade e responsabilidade: em nenhum momento houve, da minha parte, qualquer atitude que tivesse como base desrespeito, diferenciação ou prejuízo a uma mulher pelo fato de ser mulher.

As decisões que tomei enquanto Presidente não foram pessoais. Foram decisões institucionais. Foram técnicas. Foram baseadas em pareceres jurídicos e na obrigação de preservar a estabilidade do Poder Legislativo.

E aqui é importante fazer uma distinção necessária: não se pode confundir um debate jurídico com uma questão de gênero. Quando isso acontece, corre-se o risco de enfraquecer uma pauta que é séria e que merece ser tratada com a devida responsabilidade.

A dor e a luta das mulheres não podem ser utilizadas de forma equivocada. Elas merecem respeito verdadeiro — não interpretações que distorçam os fatos.

Na prática, aquilo que sempre conduziu minha atuação foi o compromisso com o coletivo. Prova disso é que, na atual gestão, a Câmara é construída diariamente com forte presença feminina: a Diretoria Geral é ocupada por uma mulher, e meu gabinete é formado, em sua maioria, por mulheres competentes, respeitadas e que têm total espaço de atuação.

E isso nunca foi discurso. Sempre foi prática.

Respeito também o direito de qualquer pessoa buscar a Justiça. Isso faz parte da democracia. Mas respeito, acima de tudo, o dever que tenho de agir com responsabilidade, equilíbrio e compromisso com a instituição que represento.

Quem ocupa um cargo público precisa ter maturidade para entender que nem toda decisão será confortável — mas precisa ser correta.

E é isso que busquei fazer.

Não vou transformar esse momento em conflito. Não vou alimentar disputas que afastam o foco do que realmente importa. Cáceres precisa de trabalho, de união e de responsabilidade.

Seguirei com serenidade, com firmeza e com a consciência tranquila de que todas as minhas decisões foram tomadas com base na legalidade e no respeito às pessoas.

E reafirmo: respeitar as mulheres não é discurso — é postura. E essa sempre foi, e continuará sendo, a minha.

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Foto: Rodinei Crescêncio/Rdnew

Por Glaucio Nogueira/RDNews

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, marcou para o próximo dia 8 de outubro a sessão em que serão eleitos os ocupantes dos cargos de presidente, vice-presidente e corregedor-geral de Justiça. A convocação foi publicada no Diário de Justiça desta quinta-feira (17).

Atual corregedor-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o desembargador José Luiz Lindote será o próximo presidente da Corte. Nome de consenso, ele foi o único magistrado a se inscrever no edital para registro de candidaturas e, com isso, comandará o Judiciário mato-grossense nos anos de 2027 e 2028.

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Do mesmo modo, apenas um magistrado se candidatou ao cargo de vice-presidente, o desembargador Gilberto Giraldelli. A exemplo de Lindote, havia entre os integrantes do Pleno do Tribunal uma preferência pelo magistrado.

Já para o posto de corregedor-geral, dois desembargadores estão na disputa. São eles: Helena Maria Bezerra Ramos, favorita a assumir o cargo, e Rui Ramos Ribeiro, que presidiu a corte nos anos de 2017 e 2018.

Natural de Cáceres, Lindote ingressou na magistratura em 1999 e, até 2024, quando foi promovido ao cargo de desembargador, atuou em diversas comarcas, entre elas Rondonópolis, Primavera do Leste, Diamantino e Várzea Grande. O magistrado também foi membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).

Boas lembranças

Em 1974
Éramos todos crianças, aqui no bairro Cohab Velha. A casa do saudoso Professor Lindode, era de portas abertas para todos, poucas famílias tinha televisão, ali era o único lugar que reuníamos para assistir os jogos da Copa do Mundo, que acontecia na Alemanha, ocasião em que a Alemanha se consagrara campeã, decidiu contra o carrocel Holandês… Nos fundos da casa da família Lindote, terminava o bairro, era só mato, havia um pé de cumbaru, onde era o nosso forte. Treinavamos luta com espada de guatambú e seguíamos alguns trieiros até chegar na antiga vila do Haroldo, as vezes nem dava tempo, a gurizada da vila, já vinha de encontro para “guerra campal”… lembro que teve um dos nossos que nos alertou, “cuidado com o negão Daio, ele joga pedra!” Kkkk

Ijo, Quito, Mandi, os irmãos Lindote, ainda tinha o caçula Magu, era nosso mascote…
Ijo, fazia apresentações de circo, era muito criativo, dentro de uma grande caixa de papelão, colocava jogo de espelho e mandava entrar um por vez e todos saiam felizes, comentando que ficavam de cabeça pra baixo, imagina!

Tempo bom, que não volta mais…
Do outro lado do barracão, deixado pela empreiteira que construiu as casas, creio que 600 casas, morava a família do saudoso Seu Augusto e sua esposa Dona Rosa. Os filhos do casal, Rudmar,  saudoso Ronaldo, as filhas Rosemeire e outras duas irmãs mais criança … Os meninos faziam parte da gurizada do Forte, seus primos Gutenberg, Coco… éramos muitos… Dado, Júlio, saudoso Adauto… Os filhos do Seu Garcia, Biraci, Guaraci, Del…

No quarteirão onde foi a Escola São Luiz, era nosso campo de futebol  e  ali havia uma grande árvore figueira, que fazia uma bela sombra e ainda, tinha um buraco onde vivia um gambá… Mas pra frente do nosso campo de futebol, era a chácara da família do saudoso Marino, que foi chefe do Incra e nessa chácara, tinha outro campo de futebol ??.
Nosso bairro Cohab Velha, muitas famílias começando e muitas crianças, tinha muita diversão… Família do saudoso Cabo Saturnino do EB, que batizou seus filhos com os nomes dos ex presidentes dos EUA… Rapaz não faltava lugar para passeio de bicicleta, era na Usina Ressaca, Chácara no bairro do Junco, do sogro do Cabo Saturnino, família do Cabo Nilson, irmão da saudosa Dona Neusa…

Hoje, a Cohab Velha, bairro com mais de 50 anos de existência, as crianças daquela época, são homens e mulheres, que fazem parte da sociedade mato-grossense e ocupam cargos de alta representatividade, como vai ser o nosso amigo de infância Quito LIndote, orgulho não só da Cohab Velha, mas de todo povo cacerense, parabéns!!!

Cáceres MT, 17/09/2026

Jardes Félix de Macedo 
Professor de História

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