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Cultura

SP: Vanguarda feminista da década de 1970 é tema de exposição no MAC

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A construção do que era ser mulher na década de 1970 é abordada na exposição em cartaz até 28 de junho no Museu de Arte Contemporânea em São Paulo. Com cerca de 60 obras de artistas da Europa, Américas e da Ásia, a mostra gratuita denuncia estereótipos do que é o feminino. A repórter Sarah Quines traz mais informações direto da capital paulista, boa noite… 

A Vanguarda Feminista da década de 1970 está representada nas obras que pertencem à uma coleção de Viena na Áustria reunidas com trabalhos do acervo do próprio Museu de Arte Contemporânea. 

O público tem a oportunidade de conferir as obras de uma geração de feministas que foram pioneiras ao discutir questões sobre o feminino a partir de experimentações artísticas e defenderam a esfera privada como política. Entre elas, está a tela chamada “O anel de casamento e suas consequências”, da pintora austríaca Florentina Pakosta, que traz uma imagem de uma mulher decapitada com a aliança no dedo. 

São trabalhos em diferentes formatos: fotografia, vídeo, filme, desenho e performance, que despertam a reflexão sobre casamento, maternidade, padrão de beleza, religião, controle sobre o corpo e objetificação das mulheres. 

A mostra está dividida em cinco eixos: esposa, mãe, dona de casa; aprisionamento/libertação; ditames da beleza/corpo feminino; sexualidade feminina e identidade/jogos de representação. As divisões expressam os diferentes papéis sociais impostos às mulheres e questões que, mais de 50 anos depois, continuam atuais. 

A maternidade aparece na fotografia fantasmagórica “Noiva Grávida em Cadeira de Rodas” da austríaca Renate Bertlmann e também na colagem “A Madonna dos Nascimentos” de Valie Export, que mostra uma mulher dando à luz à uma máquina de lavar. São exemplos de trabalhos que subvertem o estereótipo da mulher como dona de casa e mãe. 

A exposição “Insurgências” fica em cartaz até o dia 28 de junho no Museu de Arte Contemporânea da USP, em frente ao Parque Ibirapuera, de terça a domingo. 

Por conter temáticas de sexo e nudez, a mostra não é recomendada para menores de 18 anos.  


Fonte: EBC Cultura

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Feira do Livro de SP reúne de autores consagrados aos independentes

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Em São Paulo, a quinta edição da Feira do Livro segue até domingo (7) com centenas de autores e expositores na Praça Charles Miller no Pacaembu, com entrada gratuita.

Esse é o quinto ano do festival literário que reúne mais de 160 expositores, entre editoras, livrarias e instituições dedicadas ao livro e à leitura. A programação traz três palcos oficiais e três de atividades paralelas.

O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, comenta sobre o destaque para a literatura latino-americana.

“A gente sempre teve grandes autores da América Latina visitando a feira. Então vai ter a Pilar Quintana, por exemplo, é uma das maiores autoras do mundo atualmente. Ela escreveu aquele livro A Cachorra, que é um livro muito celebrado. E a Alejandro Droznes, que é um autor que fala sobre a Copa Libertadores da América e a história da América Latina. Vem gente de várias regiões: Chile, Argentina, Colômbia…”

O evento traz autores consagrados como Ana Maria Machado e Silviano Santiago, além de nomes da nova safra, e livreiros independentes de São Paulo, que falam sobre o Mapa das Livrarias de Rua.

A literatura infanto-juvenil marca presença, em atividades como o bate-papo com Madu Costa, autora do livro “Trança a trança”, sobre uma avó que trança o cabelo da neta. A escritora explica que o livro ilustrado celebra o pertencimento e a ancestralidade do povo negro.

“Essa ancestralidade permanece no sorriso que a menina e a avó entregam. Elas de pé no chão, no quilombo, da roda, do contato com a terra.  Dessa coisa da herança ancestral,  num texto que tem tantas camadas, dá um tratado sobre as relações africanas e as heranças africanas na constituição da nossa identidade”.

A feira também discute questões contemporâneas, como o genocídio na Palestina, com o cientista político Norman Finkelstein, e o excesso de tempo de tela entre as crianças, num papo com os escritores infantis Jaminho Alves e Luis Lodi.

A programação da Feira do Livro é gratuita e os detalhes estão no site afeiradolivro.com.br

* Com colaboração de Victor Ribeiro.


Fonte: EBC Cultura

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