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Mutirão “Dia E” vai ofertar cerca de 500 vagas de emprego em diversos municípios de MT

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Assessoria

       O mutirão de empregabilidade “Dia E” será realizado no dia 28 de abril de 2026 e deve ofertar cerca de 500 vagas de emprego em diferentes municípios de Mato Grosso. O mutirão é promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi de Mato Grosso (IEL MT).

       A ação acontecerá no período da manhã, com atendimentos a partir das 8h e distribuição de senhas por ordem de chegada entre 8h e 9h30. Após esse horário, o atendimento seguirá apenas enquanto houver senhas disponíveis.

Em Rondonópolis, o evento será realizado na Casa da Indústria. Já nos demais municípios participantes, Várzea Grande, Sorriso, Cáceres, Cuiabá (Distrito Industrial), Nova Mutum, Alta Floresta, Barra do Bugres e Sinop, os atendimentos ocorrerão em unidades do Senai.

As oportunidades estão distribuídas entre diversas empresas parceiras em cada município. Em Nova Mutum, participam a Icofort e a MBRF.

Em Sorriso, as vagas são ofertadas pela Rede Delmoro e pela Marombi Alimentos. Em Sinop, participam a Agro Baggio Máquinas Agrícolas Ltda e o Grupo Toctao – Gran Hall. Já em Alta Floresta, as oportunidades são do Bom Futuro Agrícola – Fazenda Clarão da Lua e do Frigorífico Faz Carne.

No município de Barra do Bugres, as vagas são ofertadas pela Naturafrig Alimentos Ltda e pela Zeus Tecnologia. Em Cáceres, participam o Juba Supermercado e a TRC. Em Rondonópolis, as oportunidades são disponibilizadas pelas empresas Inpasa e Inovaree. Em Várzea Grande, estão confirmadas a Norsa Refrigerantes S.A (Coca-Cola) VG-MT e a Marfrig (MBRF). Já em Cuiabá, no Distrito Industrial, participam a Betonflex e a Solpi.

Ao todo, já são aproximadamente 484 vagas confirmadas, número que pode chegar a cerca de 500 oportunidades até a data do evento, com participação de empresas de diversos setores, como indústria, agronegócio, alimentos e serviços.

A iniciativa tem como objetivo aproximar trabalhadores das empresas, facilitando o acesso ao mercado de trabalho e contribuindo para a geração de renda nas regiões atendidas. Os interessados devem comparecer ao local de atendimento em sua cidade com documentos pessoais e currículo atualizado. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 3611-1680.

Texto: Vívian Lessa

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Árvore centenária na Avenida Sete de Setembro é removida por risco iminente de queda

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Por Estadão MT

A 1ª Vara Criminal de Cáceres decidiu manter a prisão preventiva de quatro acusados de envolvimento na morte da adolescente Gabriela da Silva Pereira, de 16 anos. A decisão, assinada pelo juiz José Eduardo Mariano, foi tomada durante a revisão obrigatória da custódia, realizada a cada 90 dias.

Continuam presos Amanda Kess Aguilhera Pereira, Bruno de Oliveira Villas Boas, Junio Souto Rodrigues e Aldo Hansen de Souza. Eles respondem por um crime ocorrido em setembro de 2024, que, segundo as investigações, teria sido motivado por disputa entre facções criminosas na região.

O magistrado também entendeu que medidas cautelares alternativas não seriam suficientes para impedir novas práticas criminosas. Com isso, o processo segue em andamento, e a audiência de instrução e julgamento foi marcada para o dia 12 de maio, quando testemunhas e vítimas devem ser ouvidas.

Relembre o caso

De acordo com o inquérito policial, Gabriela foi abordada pelos suspeitos junto com uma amiga e levada até uma residência, onde ambas foram imobilizadas e interrogadas sob ameaça. A ação teria sido motivada após os acusados encontrarem, no celular da vítima, uma imagem com gesto associado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ainda segundo a investigação, a adolescente foi torturada e morta de forma violenta. Inicialmente, ela teria sido enforcada com um lençol e, ao ser levada para um terreno baldio, os suspeitos perceberam que ainda estava viva. Em seguida, ela foi atacada com golpes de faca, tendo o rosto desfigurado.

As apurações indicam que o crime teria sido ordenado por integrantes de uma facção criminosa rival, como forma de represália.

Uma das acusadas, apontada como liderança do grupo, também é investigada em outra operação da Polícia Civil que apura crimes como tráfico de drogas e execuções na região. Segundo as autoridades, mesmo presa, ela ainda teria influência sobre atividades criminosas.

O caso segue sob responsabilidade da Justiça, que deve analisar as provas e depoimentos ao longo da instrução criminal.

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