Mato Grosso
Comarca de Sorriso abre seletivo para Fisioterapia, Psicologia e Serviço Social
Mato Grosso
A Comarca de Sorriso abriu dois processos seletivos para credenciar profissionais nas áreas de Saúde e Assistência Social. As oportunidades são para formação de cadastro de reserva nas áreas de Fisioterapia, Psicologia e Serviço Social, com atuação no atendimento a magistrados, servidores e à população atendida pelo fórum.
Os Editais nº 2 e nº 3/2026 preveem o credenciamento de pessoas físicas para prestação de serviços especializados. O objetivo é ampliar o suporte técnico oferecido pelo sistema de Justiça, especialmente em atividades que envolvem avaliação, acompanhamento e atendimento nas áreas de saúde e assistência social.
De acordo com o Edital nº 2/2026, o processo seletivo contempla profissionais de Fisioterapia e Psicologia. Já o Edital nº 3/2026 é voltado a profissionais de Serviço Social e Psicologia. Em ambos os casos, a seleção será realizada por meio de análise documental e formação de cadastro de reserva, conforme descrito nos documentos oficiais.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, dentro do período estabelecido em edital, por meio do site sor.processoseletivo.tjmt.jus.br . Não há cobrança de taxa de inscrição, e cada candidato poderá realizar apenas uma inscrição.
Entre os requisitos, os interessados devem ter formação superior na área pretendida, com registro no respectivo conselho profissional, além de atender às demais exigências previstas. Também será necessário apresentar documentação comprobatória, que será utilizada para análise e classificação dos candidatos.
A seleção considerará critérios como experiência profissional, formação acadêmica e tempo de serviço, com pontuação definida em edital. Em caso de empate, serão adotados critérios como maior idade e maior experiência na área.
Os profissionais credenciados atuarão conforme a demanda da unidade judicial, contribuindo com atividades técnicas, como atendimentos, avaliações e elaboração de relatórios, de acordo com cada área de atuação. A contratação não gera vínculo empregatício, sendo realizada por credenciamento.
Os editais completos estão disponíveis no Diárioda Justiça Eletrônico (DJe) de segunda-feira (30), nas páginas 10, 99 e 115.
Autor: Adellisses Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
Mato Grosso
Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação
Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.
A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.
Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.
O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Paralisação
No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.
Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
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