Saúde
Defesa Civil e Secretaria de Serviços Públicos alertam população para chuvas intensas nesta quinta-feira
Saúde
Previsão é de chuvas de até 60mm/h, ventos de 60-100km/h, com risco de queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas durante todo dia de hoje
Com a intensificação do período chuvoso em Várzea Grande – e com previsão de um quinta-feira (25) de fortes precipitações – a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Defesa Civil Municipal e da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, reforça o alerta para necessidade de cuidados e de medida de prevenção para que a população redobre os cuidados diante dos riscos provocados por temporais, como quedas de árvores, alagamentos e obstrução de vias.
O coordenador da Defesa Civil de Várzea Grande, Jovanil Flores, chama à atenção para a previsão do tempo para hoje (26), com chuvas de até 60mm/h, ventos de 60 a 100km/h, com risco de queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. “É fundamental evitar riscos em um dia como o de hoje. Em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda e se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia”, orienta.
Ele reforça ainda os cuidados nas vias públicas, tanto para ciclistas, quanto motoristas e pedestres. “A força das águas pode retirar tampas de bueiros do lugar e abrir crateras no asfalto. Não passe por vias que estejam alagadas, evite, pois o problema pode estar invisível, trazer prejuízos financeiros e até mesmo, ser fatal”.
A Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana segue em prontidão, com equipes mobilizadas para atuar na limpeza urbana, desobstrução de ruas e retirada de resíduos levados pelas chuvas. O trabalho contínuo tem como objetivo garantir a segurança de motoristas e pedestres, além de reduzir impactos causados pelo acúmulo de lixo e entulhos.
A orientação é que os moradores evitem descartar lixo em vias públicas, terrenos baldios ou bocas de lobo, já que esses materiais podem ser arrastados pela água da chuva e provocar entupimentos, agravando pontos de alagamento. Também é importante não se abrigar próximo a árvores ou estruturas frágeis durante ventos fortes.
Em caso de necessidade, como queda de árvores, acúmulo excessivo de resíduos ou situações que ofereçam risco, a população pode acionar a Secretaria pelo telefone (65) 3688-8034. As equipes estão disponíveis para atendimento e seguem monitorando as áreas mais afetadas para agir com rapidez sempre que necessário.
A Prefeitura reforça que a colaboração da população é fundamental neste período, contribuindo para manter a cidade limpa e segura mesmo diante das condições climáticas adversas.
MEDIDAS DE SEGURANÇA:
– Feche bem as portas e janelas
– Se houver vendaval, granizo ou descargas elétricas, fique atento às recomendações para estes tipos de ameaças
– Auxilie crianças, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção próximas a você
– Evite contato com a água de alagamentos, pois podem estar contaminadas e provocar doenças
– Nunca atravesse ruas alagadas, mesmo estando de carro, moto ou bicicleta, pois a força da água poderá arrastá-lo
– Se estiver em um veículo, procure um local alto e espere o nível da água baixar
– Não pare o carro perto de árvores ou postes porque eles podem cair ou atrair raios
– Se houver qualquer sinal de movimentação no terreno, procure um local seguro. (Colaboraram: Marcella Magalhães, José Wallison e Marianna Peres)
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Saúde
Ministério da Saúde vai comprar até 20 mil doses da vacina contra mpox
O Ministério da Saúde vai adquirir até 20 mil doses da vacina contra a mpox para reforçar o estoque do imunizante no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, a compra tem caráter preventivo e estratégico.

A mpox é uma doença viral zoonótica anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Os sintomas costumam durar de duas a quatro semanas e incluem erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e fraqueza.
As erupções na pele começam como manchas, viram bolhas e formam crostas, frequentemente no rosto, mãos, pés, boca e região genital.
Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos casos apresenta evolução leve a moderada.
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Cenário epidemiológico
Em 2026, o Brasil confirmou 665 casos de mpox, número 94% inferior ao registrado em 2022, quando houve mais de 10 mil ocorrências.
Mesmo com essa redução, o número de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.
A estratégia nacional de vacinação prioriza pessoas vivendo com HIV/aids com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³, grupo com maior risco de desenvolver formas graves da doença.
A orientação é que essas pessoas procurem os centros de referência onde já realizam acompanhamento para cadastro e posterior agendamento da vacinação.
Também podem receber doses remanescentes pessoas vivendo com HIV/aids com CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e profissionais de laboratório que manipulam amostras de mpox.
O esquema vacinal é de duas doses, com intervalo de 28 dias.
Transmissão
O vírus causador da doença pode ser transmitido principalmente por contato direto com:
- Lesões ou erupções na pele de pessoa infectada;
- Secreções corporais (pus, sangue das lesões, saliva);
- Objetos contaminados (roupas, toalhas, lençóis, utensílios).
Também é possível contrair a mpox por meio do contato próximo e prolongado com secreções respiratórias de uma pessoa infectada.
Vigilância
O monitoramento epidemiológico é realizado em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde.
As medidas incluem identificação e notificação de casos suspeitos, investigação epidemiológica, diagnóstico laboratorial, isolamento das pessoas infectadas e identificação e orientação de contatos.
Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar um serviço de saúde para avaliação.
Durante o atendimento, os profissionais investigam possíveis exposições, orientam sobre os cuidados necessários e, quando indicado, realizam a coleta de amostras para diagnóstico laboratorial.
Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença também deve procurar um serviço de saúde para avaliação do risco de exposição.
É recomendada vacinação pós-exposição preferencialmente nos primeiros quatro dias após o contato, mas a aplicação também pode ser realizada em até 14 dias. Nesse intervalo, a efetividade para evitar a infecção é menor, mas a imunização pode contribuir para reduzir o risco de evolução para formas graves.
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