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Saúde

Várzea Grande registra 2,3 mil inscritos; Provas serão no dia 29 de março

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Saúde

Preparação para disputa das vagas entra na reta final. É importante ficar atento aos prazos dessa semana, como o do dia 25, quando será liberado o Cartão de Convocação de Etapa com informações sobre a data, o horário e o local de realização do certame

O processo seletivo simplificado, em Várzea Grande (MT), registrou um total de 2.367 inscritos para as 485 vagas temporárias em disputa. A prova objetiva está prevista para o dia 29 de março.

Segundo os dados consolidados, a função de Agente de Administração apresenta a maior concorrência, com uma relação de 16,97 candidatos por vaga (543 inscritos para 32 vagas). Logo em seguida, destacam-se os cargos de Operador de Cadastro Único, com relação de 16,10 (322 inscritos para 20 vagas), e Engenheiro Civil, com 10,50 candidatos por vaga (21 inscritos para duas oportunidades).

Além da estatística de inscritos, já está disponível no site do Instituto Selecon o resultado preliminar das inscrições homologadas. No dia 25 de março, a partir das 17h, será liberado o Cartão de Convocação de Etapa (CCE), com informações sobre a data, o horário e o local de realização das provas. É fundamental conferir as informações com atenção.

Vale ressaltar que, para determinados cargos, o certame contará ainda com uma etapa de avaliação de títulos. A previsão é que o resultado final seja divulgado no dia 8 de maio de 2026. O processo seletivo visa o preenchimento imediato de vagas e a formação de cadastro de reserva, com remunerações que variam entre R$ 1.621,00 e R$ 2.843,84. A jornada de trabalho padrão é de 40 horas semanais, exceto para a função de Assistente Social, que possui carga horária de 30 horas. Todas as informações oficiais podem ser acompanhadas pelo site www.selecon.org.br .

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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