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Cultura

Lançamento oficial do Festival de Parintins 2026 acontece nesta sexta

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Cultura

Com os galpões já funcionando a pleno vapor para os festejos de 2026, o Boi Bumbá Caprichoso e o Boi Bumbá Garantido realizam nesta sexta-feira (20), o lançamento oficial do 59º Festival Folclórico de Parintins. O Bumbódromo de Parintins será palco da celebração, que terá entrada gratuita para o público.

A abertura deste ano traz uma inovação: o evento será realizado em formato de “mini festival”, com apresentações completas, alegorias e participação dos corpos artísticos e musicais das duas agremiações. A ideia é oferecer ao público uma prévia do espetáculo que será apresentado na arena durante o festival, reunindo itens oficiais, grupos coreográficos, músicos, torcedores e toda a identidade cênica dos bois.

Os portões do Bumbódromo serão abertos às 18h. Além das apresentações dos bumbás, a partir das 21h, a programação contará com shows das cantoras Simone Mendes e Klessinha, com previsão de encerramento na madrugada de sábado (21). Entre os dois shows, acontecerão as apresentações dos bois.

Conheça a história dos bois 🎙️:
🔵 Boi Caprichoso, o touro negro da América
🔴 Boi Garantido, uma história de fé, arte e compromisso

Atual campeão, o Boi Garantido levará à arena o tema “Parintins: Portal do Encantamento”, em uma celebração à cidade e aos seus elementos culturais, históricos e simbólicos da Ilha Tupinambarana. 

Já o Boi Caprichoso defende o tema “Caprichoso: Brinquedo que Canta seu Chão”, uma proposta que exalta a trajetória e a identidade cultural do boi azul e branco, evidenciando a conexão entre o bumbá, seus brincantes e as tradições de Parintins.

O Festival de Parintins de 2026 acontece nos dias 26, 27 e 28 de junho.
 


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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