Search
Close this search box.

Cultura

João Pessoa vai ganhar memorial em homenagem ao mestre Sivuca

Publicado em

Cultura

O Estado da Paraíba ganhará em 2026 o Memorial Mestre Sivuca. O Governo do Estado e a Universidade Federal da Paraíba assinaram um convênio de R$ 1,2 milhões para a reforma e adequação do prédio, onde funcionará o espaço no centro da capital paraibana. O memorial reunirá um acervo de cerca de 10 mil peças, doadas pela viúva do artista, Glória Gadelha. Entre os itens estão instrumentos musicais, partituras, fotos, documentos e objetos pessoais.

As obras já estão em licitação e, segundo o governo, tem recursos garantidos com a previsão de início das obras em fevereiro. A expectativa é que o novo espaço fortaleça a ocupação cultural do centro histórico e integre o roteiro turístico de João Pessoa. O secretário de Estado da Cultura da Paraíba, Pedro Santos, enaltece a importância do mestre Sivuca.

“Pouca gente conhece a trajetória de Sivuca, pouca gente sabe inclusive que ele passou mais de uma década residindo nos Estados Unidos, que foi inclusive onde ele compôs Feira de Mangaio, por exemplo. Mas foi onde ele também desenvolveu uma grande fusão estética do jazz com o baião. Foi onde ele conheceu Miriam Makeba, ele foi um importante arranjador, inclusive de grandes canções de Miriam”.

Para o secretário, o memorial dará visibilidade à vida e à obra do artista.

“Essa história ela precisa ser conhecida porque realmente foi uma pessoa que impactou profundamente na música brasileira e na música mundial”.

Severino Dias de Oliveira, o mestre Sivuca, nasceu na cidade de Itabaiana, no interior da Paraíba, e se consolidou como um dos principais músicos e instrumentistas brasileiros com reconhecimento internacional. Entre suas obras estão os clássicos Feira de Mangaio e João e Maria, feito em parceria com Chico Buarque. Sivuca morreu em 14 de dezembro de 2006 aos 76 anos.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

Publicados

em

A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA