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Saúde

Várzea Grande amplia transporte escolar com reforço de duas novas vans

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A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande reforçou a frota do transporte escolar com o recebimento de duas novas vans doadas pelo Governo do Estado de Mato Grosso. Os veículos já estão sob responsabilidade da pasta e passam a integrar o patrimônio público municipal.

Nesta quinta-feira (16), o superintendente operacional do Sistema Escolar, Nelson Curado, esteve no Centro Político Administrativo para formalizar o repasse.

“Temos atualmente 14 ônibus que atendem as zonas urbana e rural. Esses dois novos veículos chegam para somar e ampliar o transporte escolar, fortalecendo um serviço essencial para garantir o acesso e a permanência dos alunos na escola”, destacou o superintendente.

As vans são equipadas com ar-condicionado, assentos adaptados para crianças com necessidades especiais e plataforma elevatória para cadeirantes, promovendo mais inclusão no transporte escolar do município. A expectativa é de que mais de 100 estudantes sejam atendidos.

A prefeita Flávia Moretti participou do 2º Fórum dos Prefeitos pela Educação, ocasião em que foi informada sobre a destinação dos veículos ao município. Durante o evento, ela também teve a oportunidade de conhecer de perto as vans.

“Essa conquista representa um avanço significativo para Várzea Grande. Cada investimento na educação reflete diretamente no futuro da cidade, fortalecendo políticas públicas e ampliando o desenvolvimento social”, afirmou.

Para a secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, a oferta de transporte escolar é um fator determinante para a frequência dos alunos, especialmente aqueles que residem na zona rural e estudantes com deficiência.

“Sem dúvida, esses veículos irão reforçar e ampliar nosso serviço de transporte escolar, garantindo mais acesso e inclusão”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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