Search
Close this search box.

Saúde

Transporte de calcário fortalece produção rural na comunidade do Formigueiro

Publicado em

Saúde

A comunidade rural do Formigueiro recebeu, nessa semana, um importante reforço para o desenvolvimento da agricultura familiar, o transporte de 11 toneladas de calcário, insumo essencial para a correção do solo e melhoria da produtividade agrícola. A ação foi realizada por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), que também disponibilizou apoio técnico para o preparo da terra.

“O calcário é utilizado para reduzir a acidez do solo, equilibrar nutrientes e proporcionar melhores condições para o cultivo e a formação de pastagens”, explica o secretário da pasta Ricardo Amorim, pontuando que além da entrega do insumo, a iniciativa inclui a logística com caminhão da secretaria e assistência técnica especializada, que orienta os produtores desde a aplicação correta até o manejo adequado da área.

Nesta etapa, dois pequenos produtores da agricultura familiar foram beneficiados, Aloísio Pereira Leite, que trabalha com o cultivo de frutas, e Rosa Maria de Oliveira Reis, que atua na preparação de áreas destinadas à pastagem para gado leiteiro. A ação contribui diretamente para o aumento da produtividade e da qualidade das atividades desenvolvidas por ambos.

O coordenador de Desenvolvimento Rural da secretaria, Leandro Luiz da Silva, destaca a importância do apoio contínuo ao produtor rural. “Esse tipo de ação garante melhores condições de produção, fortalece a agricultura familiar e contribui para o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais”, afirmou.

O extensionista da Empaer, Edson Benedito da Silva, ressaltou o papel do acompanhamento técnico no sucesso da iniciativa. “Não basta apenas fornecer o insumo. O acompanhamento técnico é fundamental para orientar o produtor sobre a forma correta de aplicação e manejo do solo, garantindo resultados mais eficientes e duradouros”, explicou.

“Estamos trabalhando para levar não só insumos, mas também conhecimento e suporte técnico aos produtores, promovendo mais produtividade, renda e qualidade de vida no meio rural”, completa o gestor Ricardo Amorim.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

Publicados

em

Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA