Saúde
Secretária intensifica visitas às escolas e reforça diálogo com a comunidade
Saúde
A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande, Maria Fernanda Figueiredo, iniciou a agenda desta semana com um ciclo de visitas às unidades escolares do município. A iniciativa tem como objetivo acompanhar de perto o funcionamento das escolas e fortalecer o diálogo com as comunidades escolares.
Na manhã desta segunda-feira, a gestora percorreu unidades localizadas nas regiões do Grande Cristo Rei e Parque do Lago. Durante o roteiro, visitou os Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) Brígida Maria Costa Marques e Aurélia Corrêa de Almeida, onde acompanhou o andamento das atividades pedagógicas.
A agenda incluiu ainda a visita às obras de reforma e ampliação da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Maria Joana da Silva, que já conta com cerca de 30% dos serviços executados.
Na região do Nova Fronteira, Maria Fernanda esteve na EMEB Ada Baracat da Silva. Já no bairro Jardim Paula, a visita foi à EMEB Ângela Jardim Botelho.
De acordo com a secretária, as visitas fazem parte da rotina da gestão e são fundamentais para garantir a qualidade do ensino. “É essencial manter um diálogo aberto com as equipes gestoras para acompanhar o funcionamento das unidades, alinhar demandas e assegurar o melhor atendimento aos nossos alunos”, destacou.
Maria Fernanda também ressaltou que a presença da equipe da Secretaria, incluindo mediadores escolares, reforça o acompanhamento contínuo da rede municipal. “Manter uma escuta ativa é fundamental para alinhar estratégias e fortalecer a gestão escolar. Esse trabalho será contínuo ao longo de todo o ano letivo”, completou.
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Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
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