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Saúde

Secretaria de Educação anuncia entrega do segundo lote dos uniformes para este mês de abril

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Nos próximos dias, todas as unidades escolares da rede municipal de Várzea Grande estarão recebendo o segundo lote de uniformes para atender os alunos matriculados. A primeira remessa foi entregue à comunidade escolar ainda em fevereiro deste ano, honrando o compromisso da gestão Flávia Moretti com a Educação.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo explica que para garantir uma entrega rápida e eficiente, a pasta elaborará um plano de logística, garantindo pleno atendimento as escolas. Fernanda ainda informou que empresa contratada para confeccionar os kits de uniformes, estará fazendo a entrega dos materiais para a Secretaria já na próxima semana.

De acordo com a secretária, o contrato com a empresa responsável pelo fornecimento dos uniformes foi assinado no dia 19 de janeiro.

“A empresa fez o repasse do primeiro lote no mês de fevereiro e o segundo repasse será realizado na segunda quinzena de abril, para que a Secretaria possa repassar às unidades escolares e finalizar a questão logística. Assim que chegar esse lote estaremos fazendo uma força tarefa com nossa equipe da Superintendência do Sistema Escolar para entregar os itens e finalizar essa tarefa” disse.

A secretária ressaltou que reconhece a necessidade estratégica do vestuário para os alunos e entende as reclamações de pais e responsáveis que chegaram à Secretaria pela falta do equipamento.

“O uniforme é um item indispensável para os alunos, promove a igualdade no ambiente escolar, além da segurança para a própria criança. E essa é uma preocupação não só dos pais de alunos, mas de todos nós” reforçou.

Maria Fernanda lembra ainda que assumiu a pasta recentemente e vem trabalhando para ajustar as questões ainda pendentes, proporcionando mais agilidade e fluidez aos trabalhos desenvolvidos pela Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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