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Saúde

Saúde de Várzea Grande imuniza policiais civis que atuam no Município

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026 está entrando na reta final, vai até o dia 30 de maio. Para ampliar a cobertura vacinal entre o público elegível de Várzea Grande, equipes da Vigilância Epidemiológica estarão indo in loco, amanhã, dia 20, das 8h às 16h, até a sede da Delegacia Regional da Polícia Civil, na Avenida Senador Filinto Müller, 2225, Centro Norte.

Como frisa a secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, a busca ativa está focada em policiais que integrem os grupos prioritários, conforme definição do Ministério da Saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, fazem parte do público prioritário crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde e da educação, povos indígenas, quilombolas, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, além de profissionais das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários e pessoas em situação de rua.
As equipes estão fazendo a atualização da caderneta vacinal durante as visitas in loco. Em razão disso, é preciso que as pessoas elegíveis estejam portando as carteiras de vacinação e levem um documento com foto.

A secretária reforça que em Várzea Grande, as doses estão disponíveis em todas as 25 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), distribuídas em pontos estratégicos da cidade. “O vírus da influenza segue em circulação, o que exige atenção redobrada da população. Precisamos evitar a contaminação e, consequentemente, a sobrecarga das unidades de urgência e emergência”, completou.

BUSCA ATIVA – Na semana passada, equipes da Atenção Primária e da Vigilância Epidemiológica realizaram a vacinação de servidores públicos do grupo prioritário em diversos locais, como a Câmara Municipal, a sede da Secretaria de Saúde, o 2º Comando Regional, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e o Centro de Convivência Vovô Zeid. Ao todo, foram aplicadas 155 doses contra a influenza.

Durante as ações, as equipes também verificaram as cadernetas de vacinação, identificando a necessidade de atualização em alguns casos. Na Câmara Municipal, por exemplo, foram aplicadas 33 doses da vacina dupla bacteriana (dT) e 30 doses contra hepatite B.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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