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Saúde

Sábado tem campanha de doação de sangue em Várzea Grande

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Saúde

A solidariedade ganha espaço neste sábado (18), em Várzea Grande, com mais uma oportunidade para salvar vidas. A Unidade de Coleta de Sangue Davi Almeida estará aberta das 7h30 às 12h, reforçando o convite à população para participar da campanha de doação de sangue.

A iniciativa, em parceria com o MT-Hemocentro, tem como objetivo ampliar os estoques e garantir o atendimento a pacientes que dependem de transfusões em toda a rede pública de saúde. A unidade está localizada na Avenida Gonçalo Botelho, nº 1700, no bairro Cristo Rei.

COMO DOAR

Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos (menores de idade devem apresentar autorização dos responsáveis), pesar no mínimo 50 quilos e apresentar documento oficial com foto. Também é importante estar alimentado, evitar alimentos gordurosos nas horas que antecedem a doação e não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas.

Cada doação pode salvar até quatro vidas, transformando um gesto simples em um ato essencial para quem mais precisa. A mobilização reforça a importância da participação da população para manter os estoques abastecidos e assegurar assistência a pacientes em situações de urgência e em tratamentos contínuos.

A orientação é que os voluntários procurem a unidade dentro do horário de atendimento e contribuam com esse gesto de empatia e cidadania. Doar sangue é um ato rápido, seguro e que faz toda a diferença.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

Ministério da Saúde vai comprar até 20 mil doses da vacina contra mpox

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O Ministério da Saúde vai adquirir até 20 mil doses da vacina contra a mpox para reforçar o estoque do imunizante no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, a compra tem caráter preventivo e estratégico.

A mpox é uma doença viral zoonótica anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Os sintomas costumam durar de duas a quatro semanas e incluem erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e fraqueza.

As erupções na pele começam como manchas, viram bolhas e formam crostas, frequentemente no rosto, mãos, pés, boca e região genital.

Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos casos apresenta evolução leve a moderada.

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Cenário epidemiológico

Em 2026, o Brasil confirmou 665 casos de mpox, número 94% inferior ao registrado em 2022, quando houve mais de 10 mil ocorrências.

Mesmo com essa redução, o número de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.

A estratégia nacional de vacinação prioriza pessoas vivendo com HIV/aids com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³, grupo com maior risco de desenvolver formas graves da doença. 

A orientação é que essas pessoas procurem os centros de referência onde já realizam acompanhamento para cadastro e posterior agendamento da vacinação.

Também podem receber doses remanescentes pessoas vivendo com HIV/aids com CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e profissionais de laboratório que manipulam amostras de mpox.  

O esquema vacinal é de duas doses, com intervalo de 28 dias. 

Transmissão

O vírus causador da doença pode ser transmitido principalmente por contato direto com:

  • Lesões ou erupções na pele de pessoa infectada;
  • Secreções corporais (pus, sangue das lesões, saliva);
  • Objetos contaminados (roupas, toalhas, lençóis, utensílios).

Também é possível contrair a mpox por meio do contato próximo e prolongado com secreções respiratórias de uma pessoa infectada.

Vigilância

O monitoramento epidemiológico é realizado em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde.

As medidas incluem identificação e notificação de casos suspeitos, investigação epidemiológica, diagnóstico laboratorial, isolamento das pessoas infectadas e identificação e orientação de contatos. 

Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar um serviço de saúde para avaliação.

Durante o atendimento, os profissionais investigam possíveis exposições, orientam sobre os cuidados necessários e, quando indicado, realizam a coleta de amostras para diagnóstico laboratorial. 

Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença também deve procurar um serviço de saúde para avaliação do risco de exposição. 

É recomendada vacinação pós-exposição preferencialmente nos primeiros quatro dias após o contato, mas a aplicação também pode ser realizada em até 14 dias. Nesse intervalo, a efetividade para evitar a infecção é menor, mas a imunização pode contribuir para reduzir o risco de evolução para formas graves.  

Fonte: EBC Saúde

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