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Saúde

Mais de 400 pessoas participam do CineSenar em Bonsucesso

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Saúde

Mais de 400 pessoas, entre crianças, adolescentes e adultos, lotaram a quadra da EMEB Maria Barbosa Martins, na comunidade de Bonsucesso, em Várzea Grande, na noite de sexta-feira (24), durante mais uma edição do CineSenar. O projeto, realizado pela Prefeitura Municipal em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), exibiu o sucesso do cinema “Moana 2” e garantiu momentos de lazer e integração para toda a comunidade.

A programação teve início por volta das 18h, com recepção ao público, moradores da região e convidados. Durante o evento, foram distribuídos pipoca e algodão doce, tornando a noite ainda mais especial e divertida para as famílias presentes.

A prefeita Flávia Moretti destacou a importância da parceria e o impacto social da ação, principalmente para crianças e moradores que nunca tiveram acesso ao cinema.

“Quero agradecer ao sindicato e ao Senar por essa parceria tão importante. Hoje é um dia de festa para as famílias de Bonsucesso. Muitas pessoas aqui nunca tinham ido ao cinema e poder proporcionar isso é motivo de muita alegria. Essas ações mostram como, quando a Prefeitura, a comunidade, as escolas e as instituições caminham juntas, a gente consegue levar dignidade, lazer e oportunidades para todos”, afirmou a prefeita.

A secretária municipal de Assistência Social, Cristina Saito, reforçou que o projeto vai além do entretenimento e fortalece o vínculo comunitário, além de aproximar os serviços públicos da população.

“O CineSenar é uma ação que promove convivência, acolhimento e inclusão social. É um momento em que as famílias se reúnem, as crianças se divertem e a comunidade se fortalece. Além disso, esse tipo de evento aproxima a população da rede de assistência e mostra que a Prefeitura está presente em todas as regiões”, destacou.

Durante o evento, também foi anunciada a ampliação das parcerias com o Senar, incluindo a previsão de capacitações voltadas ao pequeno produtor rural, fortalecendo o desenvolvimento local e criando novas oportunidades para os moradores da região.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

Ministério da Saúde vai comprar até 20 mil doses da vacina contra mpox

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O Ministério da Saúde vai adquirir até 20 mil doses da vacina contra a mpox para reforçar o estoque do imunizante no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, a compra tem caráter preventivo e estratégico.

A mpox é uma doença viral zoonótica anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Os sintomas costumam durar de duas a quatro semanas e incluem erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e fraqueza.

As erupções na pele começam como manchas, viram bolhas e formam crostas, frequentemente no rosto, mãos, pés, boca e região genital.

Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos casos apresenta evolução leve a moderada.

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Cenário epidemiológico

Em 2026, o Brasil confirmou 665 casos de mpox, número 94% inferior ao registrado em 2022, quando houve mais de 10 mil ocorrências.

Mesmo com essa redução, o número de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.

A estratégia nacional de vacinação prioriza pessoas vivendo com HIV/aids com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³, grupo com maior risco de desenvolver formas graves da doença. 

A orientação é que essas pessoas procurem os centros de referência onde já realizam acompanhamento para cadastro e posterior agendamento da vacinação.

Também podem receber doses remanescentes pessoas vivendo com HIV/aids com CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e profissionais de laboratório que manipulam amostras de mpox.  

O esquema vacinal é de duas doses, com intervalo de 28 dias. 

Transmissão

O vírus causador da doença pode ser transmitido principalmente por contato direto com:

  • Lesões ou erupções na pele de pessoa infectada;
  • Secreções corporais (pus, sangue das lesões, saliva);
  • Objetos contaminados (roupas, toalhas, lençóis, utensílios).

Também é possível contrair a mpox por meio do contato próximo e prolongado com secreções respiratórias de uma pessoa infectada.

Vigilância

O monitoramento epidemiológico é realizado em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde.

As medidas incluem identificação e notificação de casos suspeitos, investigação epidemiológica, diagnóstico laboratorial, isolamento das pessoas infectadas e identificação e orientação de contatos. 

Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar um serviço de saúde para avaliação.

Durante o atendimento, os profissionais investigam possíveis exposições, orientam sobre os cuidados necessários e, quando indicado, realizam a coleta de amostras para diagnóstico laboratorial. 

Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença também deve procurar um serviço de saúde para avaliação do risco de exposição. 

É recomendada vacinação pós-exposição preferencialmente nos primeiros quatro dias após o contato, mas a aplicação também pode ser realizada em até 14 dias. Nesse intervalo, a efetividade para evitar a infecção é menor, mas a imunização pode contribuir para reduzir o risco de evolução para formas graves.  

Fonte: EBC Saúde

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