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Saúde

Limpeza transforma Avenida Marechal Rondon e reforça bem-estar da população 

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Saúde

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações contínuas voltadas à melhoria dos espaços urbanos, garantindo mais qualidade de vida para quem circula diariamente pela região

A Avenida Marechal Rondon, uma das vias mais movimentadas do bairro Vila Ipase, em Várzea Grande, recebeu ao longo de toda a manhã desta quarta-feira (25) uma força-tarefa de limpeza realizada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana. A ação resultou em um cenário visivelmente mais organizado, com o espaço limpo e moradores aproveitando o local para caminhar.

Os serviços incluíram varrição, retirada de resíduos e manutenção geral da via, atendendo a uma demanda recorrente da população. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações contínuas voltadas à melhoria dos espaços urbanos, garantindo mais qualidade de vida para quem circula diariamente pela região.

A limpeza urbana vai além da estética: ela impacta diretamente na saúde pública, na segurança e no bem-estar coletivo. Ambientes limpos contribuem para a redução de doenças, evitam o acúmulo de lixo e proporcionam uma sensação de cuidado e pertencimento à população.

De acordo com o secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, o trabalho tem sido intensificado em diversos pontos da cidade. “Nosso objetivo é manter a cidade limpa e bem cuidada, promovendo mais qualidade de vida para todos os moradores”, destacou.

A presença de pessoas caminhando pela avenida após a conclusão dos serviços reforça o impacto positivo da ação. A Prefeitura segue com o cronograma de limpeza em diferentes bairros, buscando atender às necessidades da população e manter os espaços públicos cada vez mais adequados para o convívio social.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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