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Saúde

Guarda Municipal leva conscientização a crianças em Cuiabá

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A Guarda Municipal de Várzea Grande reforçou, nesta quinta-feira (11), seu compromisso com a proteção da infância ao promover mais uma edição do projeto “A Arte de Proteger”, desta vez no Projeto Zoe, desenvolvido pela Igreja Maanaim, no bairro Coophema, em Cuiabá. A iniciativa levou informação, conscientização e momentos de interação para as crianças atendidas pelo programa de alfabetização da instituição.

Durante toda a manhã, a equipe da Guarda Municipal realizou atividades educativas e recreativas voltadas à campanha nacional “Faça Bonito”, que mobiliza a sociedade no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Por meio de apresentações com teatro de fantoches e dinâmicas participativas, os alunos receberam orientações sobre autocuidado, respeito, proteção pessoal e a importância de procurar ajuda de adultos de confiança diante de situações que possam representar riscos.

A abordagem lúdica contribuiu para que os conteúdos fossem assimilados de forma leve e adequada à faixa etária, estimulando a participação ativa das crianças, que interagiram com os personagens e demonstraram interesse pelos temas apresentados.

Com mais de duas décadas de atuação, o projeto “A Arte de Proteger” se consolidou como uma importante ferramenta de aproximação entre a Guarda Municipal e a comunidade, utilizando a educação preventiva como instrumento de transformação social. A ação realizada no Projeto Zoe fortalece a rede de proteção à infância e reafirma o papel da instituição na promoção da cidadania, do respeito e de uma cultura de paz.

Ao expandir suas atividades para além dos limites de Várzea Grande, o projeto amplia seu alcance e contribui para a formação de crianças mais conscientes, informadas e preparadas para identificar e denunciar situações de violência, fortalecendo a proteção dos direitos da infância e adolescência.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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