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Saúde

Festa da Terceira Idade promete dois dias de muita animação em Várzea Grande

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Saúde

A tradicional Festa da Terceira Idade já tem data marcada e promete movimentar Várzea Grande com dois dias de muita música, confraternização e alegria. O evento acontece nos dias 30 e 31 de maio, na Praça João Barbosa, localizada no bairro Mapim, com entrada totalmente gratuita durante os dois dias.

No sábado, a programação será voltada ao melhor do lambadão, reunindo diversas bandas locais que são destaque na região. Já no domingo, a festa começa cedo, a partir das 10h da manhã, com um grande churrasco na faixa: serão oito bois assados para o público, além de refrigerante gratuito até às 14h.

A realização é do Instituto Brasil, Alex Força Jovem e Júnior da Gráfica, que reforçam o convite para toda a população participar. A proposta é reunir famílias, valorizar a terceira idade e proporcionar um ambiente de lazer para todas as gerações.

A organização destaca que o evento é aberto ao público e convida desde os mais experientes até os mais jovens para fazer parte dessa grande celebração comunitária.

https://www.instagram.com/reel/DX6o47VpqPV/?igsh=MTYzbWd4MDQyaXEzcg==



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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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