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Saúde

ExpoVG terá esquema reforçado com integração entre Prefeitura e forças de segurança

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Guarda Municipal e em parceria com as forças de segurança do Estado de Mato Grosso, realizou uma reunião de alinhamento para definir estratégias de logística, mobilidade urbana e segurança para a realização da ExpoVG. O encontro ocorreu nesta quarta-feira (6), na Secretaria Municipal de Defesa Social.

A ExpoVG será realizada entre os dias 14 e 17 de maio e deve reunir grande público, exigindo planejamento integrado entre os órgãos envolvidos.

De acordo com a secretária de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria, a iniciativa tem como principal objetivo garantir que o evento ocorra de forma organizada e segura para moradores e visitantes. “Este é um momento marcante para a história de Várzea Grande, não apenas pela grandiosidade do evento, mas por tudo o que ele representa. Queremos realizar uma festa de sucesso, com organização, segurança e grande participação popular. Com certeza, será um dos maiores aniversários da história do município”, destacou.

O comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos, ressaltou a importância da união entre as instituições. “Essa reunião é fundamental para definirmos pontos essenciais nas áreas de segurança, saúde, logística e mobilidade urbana. Essa integração será decisiva para o sucesso do evento, que certamente ficará marcado na história da cidade”, afirmou.

O comandante do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros, major BM Anderson Rodrigo, destacou que eventos de grande porte exigem atuação conjunta. “Há muito tempo não temos um evento dessa magnitude na cidade. Por isso, é essencial esse trabalho integrado para garantir a segurança de todos os várzea-grandenses e visitantes”, pontuou.

Já o comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar de Mato Grosso, tenente-coronel Breno Nogueira, reforçou o papel das forças de segurança na realização do evento. “A ExpoVG será um grande ponto de encontro da população, proporcionando entretenimento gratuito. A presença das instituições demonstra o compromisso com a proteção da população, com ações estratégicas de patrulhamento, monitoramento e apoio às equipes organizadoras. Essa integração é fundamental para a manutenção da ordem pública e o sucesso do evento”, declarou.

Também participaram da reunião o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim; a coordenadora da Câmara Temática de Grandes Eventos do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), major Karen Dantas; além de técnicos da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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