Search
Close this search box.

Saúde

Equipe técnica da Educação visita obras em andamento em Várzea Grande

Publicado em

Saúde

Vistorias têm por objetivo atualizar cronogramas e verificar in loco o processo de execução de cada etapa contratada

Engenheiros e técnicos da Secretaria Municipal de Educação estão acompanhando, diariamente, as obras que estão em andamento no município. A ação tem por objetivo dar celeridade nos projetos além de garantir que os trabalhos sejam concluídos na data prevista.

Nesta terça-feira (24), a equipe vistoriou as obras de reforma e ampliação do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) ‘Eleuza Maria dos Santos’, localizado no bairro Noize Curvo, etapa de pintura do CMEI ‘Izabel Antunes de Campos’, No Jardim Ikaray e serviços de poda e jardinagem no Centro Municipal de Atendimento e Apoio à Inclusão João Ribeiro Filho, localizado na região centro norte.

A assessora especial de obras, Aliestt Rodrigues de Souza, destaca que o cronograma de vistorias das obras da rede municipal é um instrumento de gestão, que visa acompanhar o progresso físico dos projetos em andamento e, também, uma forma de garantir o cumprimento dos prazos estabelecidos. “Durante a visita técnica fazemos a atualização detalhada do processo de execução das obras e dos cumprimentos de cada etapa estabelecida no projeto e contratada”.

A assessora lembrou que na semana passada a secretária da pasta, Maria Fernanda Figueiredo, juntamente com a equipe técnica, visitou unidades escolares que estão sendo ampliadas e construídas em Várzea Grande, a exemplo da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Heróclito Leôncio Monteiro’, localizada no bairro Cristo Rei, que atende a região. A unidade, que anteriormente pertencia à rede estadual, passou por processo de municipalização e atualmente está em fase de reforma e reestruturação.

“Durante a visita, a secretária pôde constatar o andamento das obras e verificar in loco as etapas de cada empreendimento. Na ocasião, ela solicitou celeridade na execução das obras para que possam melhorar a infraestrutura das unidades escolares e que possam atender à demanda do Município”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

Publicados

em

Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA