Saúde
EMEB Rita Auxiliadora recebe manutenção e melhorias na estrutura física
Saúde
A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) “Rita Auxiliadora de Campos Cunha”, localizada no bairro Mapim, recebeu nesta semana serviços de manutenção e melhorias em sua estrutura física. A ação faz parte do plano contínuo de revitalização promovido pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos.
“Mais do que uma simples manutenção, essa ação faz parte do cronograma da Secretaria Municipal de Educação, que busca manter o ambiente escolar limpo, organizado e adequado para alunos e servidores. Muitas unidades escolares possuem áreas com árvores nativas que necessitam de poda, além do mato que cresce ao redor e também em áreas internas das escolas”, destacou a assessora de Obras, Aliestt Rodrigues de Souza.
A assessora explicou que a direção da unidade escolar encaminha ofício solicitando a realização dos serviços sempre que há necessidade de intervenção. “A partir daí, ajustamos o cronograma para a execução dos trabalhos, que incluem ainda reparos elétricos, hidráulicos, manutenção de aparelhos de ar-condicionado e outras demandas relacionadas ao ambiente escolar”, explicou.
O setor de Obras da Secretaria Municipal de Educação também é responsável pela elaboração e fiscalização de projetos da pasta, além do desenvolvimento e aprovação de projetos arquitetônicos e de engenharia, garantindo que atendam às normas de segurança estabelecidas pelo Ministério da Educação.
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Saúde
Saiba como manifestar intenção de doar órgãos por meio de cartórios
Mais de 32 mil brasileiros já utilizaram cartórios de notas para manifestar formalmente a intenção de doar órgãos, desde o lançamento da Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (Aedo), em 2024.

O assunto ganha importância durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos, em um país onde mais de 49 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante.
Segundo o Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), o procedimento é gratuito e realizado integralmente pela internet. O interessado acessa a plataforma da Aedo, disponível no e-Notariado, preenche seus dados e escolhe um cartório de notas para realizar o procedimento.
Na sequência, participa de uma videoconferência com o tabelião para confirmar sua identidade e sua desejo de doar órgãos. O documento é assinado eletronicamente e passa a integrar a Central Nacional de Doadores de Órgãos, que pode ser consultada pelos profissionais autorizados do Sistema Nacional de Transplantes.
A pessoa pode indicar quais órgãos, tecidos ou partes do corpo deseja doar e revogar a autorização a qualquer momento. Todo o procedimento pode ser realizado sem necessidade de comparecimento presencial ao cartório.
Oferta e demanda
Dados dos Cartórios de Notas mostram que 32.587 solicitações de Aedo já foram realizadas no país. Foram 18.659 em 2024, 8.886 em 2025 e outras 5.042 em 2026, segundo os dados mais recentes da plataforma. Essa queda por ser atribuída a menos campanhas de divulgação da iniciativa.
São Paulo concentra o maior número de manifestações desde a criação do serviço, com 9.399 solicitações, seguido por Paraná (3.818), Rio de Janeiro (2.930), Minas Gerais (2.172) e Rio Grande do Sul (2.012). A Aedo registra solicitações em todas as unidades da Federação.
Os números se inserem em um cenário no qual a demanda por transplantes permanece elevada no país. Dados do Ministério da Saúde divulgados este mês apontam que mais de 49 mil pessoas aguardam por um transplante no Brasil, sendo cerca de 45 mil por um rim.
Somente na fila por uma córnea estão 37.719 pessoas, segundo levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), número 15% maior que o registrado em dezembro de 2025.
Autorização familiar
Um dos principais desafios tem sido a autorização familiar. No Brasil, a retirada de órgãos após a morte depende da concordância da família, mesmo quando a pessoa manifestou em vida o desejo de ser doadora.
Atualmente, a taxa média de recusa familiar gira em torno de 45%, e entre os motivos apontados estão o desconhecimento sobre a vontade do potencial doador, além de dúvidas e receios relacionados ao procedimento.
É neste contexto que a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos permite que o cidadão deixe formalmente registrada sua decisão.
“A decisão final continua sendo da família. Por isso, tão importante quanto registrar a vontade de ser doador é conversar sobre ela. A Aedo permite que essa manifestação fique formalizada e ajuda a levar esse assunto para dentro das famílias, para que elas conheçam previamente a decisão de quem deseja doar”, afirma Eduardo Calais, presidente do CNB/CF.
No próximo dia 27 de setembro, é celebrado o Dia Nacional de Doação de Órgãos, data criada para estimular a discussão sobre o tema e incentivar as pessoas a comunicarem aos familiares sua vontade de serem doadoras.
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