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Saúde

DAE-VG intensifica mutirão para reduzir vazamentos no Paiaguás

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Saúde

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) realiza, nesta quinta e sexta-feira, mais um mutirão de combate a vazamentos, desta vez no bairro Paiaguás. A ação faz parte do cronograma intensivo de manutenção e recuperação da rede de abastecimento desenvolvido pela autarquia para melhorar a distribuição de água em diversas regiões do município.

Durante os dois dias de trabalho, equipes técnicas estarão mobilizadas para identificar e corrigir vazamentos visíveis e ocultos, garantindo maior eficiência no sistema de abastecimento e reduzindo perdas de água tratada. O objetivo é fortalecer a pressão da rede e assegurar mais regularidade no fornecimento para os moradores da região.

Além da recuperação da infraestrutura hídrica, o mutirão também representa um importante avanço na qualidade do abastecimento oferecido à população várzea-grandense, contribuindo diretamente para a melhoria dos serviços prestados pelo DAE-VG.

O presidente do DAE-VG, Rogerinho da Dakar, destacou que a força-tarefa faz parte de um conjunto de ações permanentes da autarquia para modernizar o sistema e levar mais dignidade aos moradores.

“Estamos trabalhando diariamente para enfrentar problemas históricos e garantir que a água chegue com mais qualidade e regularidade para a nossa população. Esse mutirão no Paiaguás é mais uma demonstração do compromisso do DAE-VG com Várzea Grande e com cada morador que precisa de um abastecimento eficiente”, afirmou.

O DAE-VG reforça que as equipes continuarão atuando em outras localidades do município, seguindo um planejamento estratégico voltado à redução de perdas, melhoria operacional e ampliação da eficiência no abastecimento de água em toda a cidade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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