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Saúde

Campanha nacional vai até dia 30 e Saúde de Várzea Grande segue busca ativa no grupo prioritário

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026 está entrando na reta final, vai até o dia 30 de maio com foco em pessoas que integram o chamado ‘grupo prioritário’. Em Várzea Grande, as doses estão disponíveis em todas as 25 Unidades Básicas de Saúde, localizadas em pontos estratégicos da cidade. Além da oferta dos imunizantes na rotina das unidades, a secretaria municipal de Saúde segue com frentes de busca ativa, indo até órgãos públicos, bem como, via atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), que estão diretamente envolvidos com as comunidades e reforçam a importância da prevenção junto às pessoas elegíveis dessa etapa. Dentro da iniciativa da busca ativa, na semana passada, as equipes da Atenção Primária e da Vigilância Epidemiológica levaram as doses contra influenza para servidores públicos do grupo prioritário que trabalham na Câmara Municipal, na sede da Secretaria de Saúde, no 2º Comando Regional, no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e no Centro de Convivência Vovô Zeid. Nestes locais, foram aplicadas 155 doses contra influenza.

Como as equipes sempre checam a carteira de vacinação, houve necessidade de outras doses para atualização do documento. Na Câmara de Vereadores foram aplicadas, 33 doses de dupla bacteriana (Dt) e 30 doses de hepatite B.

Conforme o Ministério da Saúde, integram os grupos prioritários: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, professores, povos indígenas, quilombolas, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, profissionais das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários e pessoas em situação de rua.

Como reforça a secretária de Saúde, Valéria Nogueira, a ação segue determinação do Ministério da Saúde, que prioriza a primeira etapa da campanha para pessoas consideradas de maior risco. “Tão logo haja determinação do Ministério da Saúde para liberar a vacinação para todos os públicos, a Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande estará ampliando a oferta nas unidades. Eu sempre destaco que a vacina é totalmente gratuita e é a melhor forma de prevenção. Nossa maior preocupação é com relação às crianças na primeira infância e os idosos, públicos-alvo da campanha e que está mais suscetível às complicações da influenza. O vírus está circulante e temos de adotar medidas para evitar a contaminação e a superlotação nas unidades de urgência e emergência”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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