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Saúde

Alunos da Emeb Líbia da Costa Rondon participam de oficinas e reforço escolar

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Saúde

Alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Líbia da Costa Rondon, localizada no bairro 24 de Dezembro, estão ampliando seus conhecimentos por meio das atividades oferecidas pelo programa Escola em Tempo Ampliado (ETA). Além do reforço escolar para esclarecimento de dúvidas, os estudantes participam de oficinas de letramento, raciocínio lógico, esportes e práticas de cultivo e manuseio da terra.

De acordo com a diretora da unidade, Vânia Mendes, 60 alunos do 4º e 5º anos participam do programa. “Em um período do dia, eles frequentam as aulas regulares e, no contraturno, participam das oficinas. Os estudantes envolvidos nessas atividades têm apresentado um bom desempenho em sala de aula, e os resultados têm surpreendido os professores”, destacou.

A diretora ressalta que o ETA é uma estratégia comprovadamente eficaz para elevar a qualidade do ensino na rede municipal. “Os alunos têm acesso a momentos de aprendizado teórico e prático, e essa integração é muito importante, principalmente para aqueles que apresentam dificuldades de aprendizagem ou estão em situação de vulnerabilidade. Além disso, por meio do programa, os participantes recebem uma alimentação nutritiva e de qualidade”, afirmou.

Além de fortalecer o rendimento escolar, o Programa Escola em Tempo Ampliado também contribui para estreitar a relação entre escola, família e comunidade, reafirmando o papel da educação como instrumento de transformação social.

A iniciativa busca ainda oferecer um ambiente mais acolhedor, seguro e protetivo para crianças e adolescentes, favorecendo a convivência, o fortalecimento da autoestima e a construção de novos projetos de vida.

Atualmente, o Programa ETA está presente em 42 escolas da rede municipal e atende 2.520 estudantes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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