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Saúde

Ação leva assistência técnica a produtores rurais em comunidade de Várzea Grande

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Saúde

A Coordenadoria de Desenvolvimento Rural da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande (SEMMADRS) realiza, na próxima quarta-feira (6), uma ação voltada a produtores rurais da Comunidade São José do Espinheiro, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

A iniciativa deve atender entre 40 e 50 famílias e contará com a participação da EMPAER e da FASE, que atua com assistência técnica e extensão rural (Ater).

Durante o encontro, serão oferecidos serviços como assistência técnica, emissão do Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) e orientações em agroecologia. A ação integra o programa regional de Ater desenvolvido pela FASE em Mato Grosso, com foco no atendimento a famílias da Baixada Cuiabana.

Na comunidade, os produtores atuam principalmente com frutas, leite e produção artesanal. Recentemente, moradores participaram de cursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) nas áreas de derivados de leite, embutidos e defumados de suínos.

Segundo a secretaria, outras ações também vêm sendo articuladas para a região, como apoio na área da saúde e manutenção de estradas vicinais.

“Nosso objetivo é aproximar ainda mais os serviços públicos das comunidades rurais, garantindo acesso à assistência técnica”, afirmou o secretário municipal Ricardo Amorim.

De acordo com o coordenador de Desenvolvimento Rural, Leandro Silva, a iniciativa busca fortalecer a produção local. “A proposta é oferecer ferramentas e orientação para melhorar a produtividade e a qualidade de vida dessas famílias”, disse.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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