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Sessão especial da ALMT homenageia personalidades com atuação em diversos segmentos com comendas e honrarias

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou sessão especial para a entrega de comendas e outras honrarias a personalidades que se destacam pela contribuição ao desenvolvimento do estado na noite desta segunda-feira (15). A solenidade, proposta pelo deputado Thiago Silva (MDB), reuniu autoridades civis, militares e representantes de diferentes setores, reconhecendo trajetórias ligadas ao serviço público, à educação, à segurança e ao fortalecimento das políticas públicas no estado.

Agraciado com a Comenda Marechal Cândido Mariano Rondon, o tenente-coronel da Polícia Militar (PM), Gabriel Leal, comandante da Academia da Polícia Militar Costa Verde, destacou a importância da formação profissional. “Formar bem um policial é atender a sociedade com excelência e qualidade. A educação é a base de tudo e na Polícia Militar não é diferente”, afirmou. Já o coronel do Corpo de Bombeiros, Valderlei Bonoto, diretor da Escola Militar Dom Pedro II de Rondonópolis, ressaltou o papel social da educação. “Trabalhamos com valores e princípios, auxiliando as famílias na formação de cidadãos conscientes para o futuro”, disse o homenageado com a Comenda Dante de Oliveira.

A secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, também homenageada com a Comenda Marechal Rondon, enfatizou os avanços no campo. “Foi um ano de muito impacto e transformação. As entregas de máquinas, equipamentos e financiamentos estão gerando aumento de renda e oportunidades para os pequenos produtores”, avaliou. O prefeito de Poxoréu, Luciano Sol, que recebeu a Comenda Dante de Oliveira, afirmou que o reconhecimento reforça o compromisso com a continuidade do trabalho no município. “É uma homenagem que recebemos com gratidão, pelo que Dante de Oliveira representou para Mato Grosso”, declarou.

No evento houve ainda a entrega da Comenda Filinto Müller ao pecuarista Jean Carlos Lopes Lino, além de títulos de cidadão mato-grossense e moções de aplausos a empresários, policiais, esportistas e pastores, como forma de reconhecimento público pelos serviços prestados à população mato-grossense. Além disso, foram concedidas Medalha João Batista Jaudy – Honra ao Mérito Esportivo e Comenda Pastor Sebastião Rodrigues a homenageados.

Autor de cerimônia, Thiago Silva ressaltou que a sessão cumpre o papel do Parlamento de valorizar quem contribui para o crescimento do estado. “Mato Grosso é referência nacional, e isso é resultado do esforço de pessoas do setor público, privado, do agronegócio e dos serviços. Reconhecer esse trabalho é também incentivar que ele continue”, afirmou.

Presente à solenidade, o senador Wellington Fagundes (PL) destacou que homenagens funcionam como estímulo. “O reconhecimento motiva a trabalhar ainda mais. Muitas pessoas do interior fazem um trabalho brilhante e precisam ser valorizadas”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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Política

Pedro Taques afirma que denúncia à PGR deu origem à investigação da PF sobre acordo de R$ 308 milhões entre Governo de MT e Oi

Ex-governador diz que representação criminal do seu escritório originou a Operação Heritage. Mauro Mendes nega irregularidades e fala em disputa política

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Foto: Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre o acordo de aproximadamente *R$ 308 milhões* firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. voltou ao centro do debate político nesta quinta-feira, (6-8)

Em coletiva de imprensa acompanhada pela equipe do *Espia News*, o pré-candidato ao Senado da República *Pedro Taques*, afirmou que a representação criminal apresentada por seu escritório à Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o ponto de partida para a apuração que culminou na deflagração da *Operação Heritage*.

Segundo Taques, a denúncia foi construída a partir da análise de documentos que, na avaliação dele, apontam possíveis irregularidades na celebração do acordo entre o Estado e a operadora de telefonia.

*Como surgiu o caso*
O acordo investigado envolve uma disputa tributária entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A., encerrada por meio de um acordo administrativo que movimentou cerca de R$ 308 milhões.

Na coletiva, Pedro Taques afirmou que o Estado possuía decisões judiciais favoráveis e que, por isso, não haveria fundamento jurídico para a celebração do acordo da forma como ocorreu. Segundo ele, a legislação estadual que criou a Câmara de Resolução Consensual de Conflitos, a *Consenso-MT*, não autorizaria esse tipo de negociação envolvendo créditos tributários.

O ex-governador também disse que sua equipe identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo fundos de investimento ligados aos valores pagos no acordo. As informações foram reunidas em uma representação encaminhada à PGR, que posteriormente resultou na abertura das investigações pela Polícia Federal.

*O que disse Pedro Taques*
Durante a coletiva, Taques fez duras críticas ao acordo firmado pelo Governo do Estado e afirmou que:
– *A investigação da PF teve origem* na representação criminal apresentada por seu escritório;
– *O acordo com a Oi foi ilegal*, em sua avaliação;
– *Houve falhas nos critérios* utilizados para definir os valores envolvidos;
– *O fluxo dos recursos públicos precisa ser esclarecido* pelas autoridades responsáveis.

O ex-governador destacou ainda que as medidas cautelares da Operação Heritage foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal após manifestação da Procuradoria-Geral da República.

*O que investiga a Polícia Federal*
A Operação Heritage apura se houve irregularidades na negociação envolvendo recursos públicos destinados ao acordo com a Oi.

Entre os crimes investigados estão: *organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada*.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há condenação de qualquer investigado.

*O que diz Mauro Mendes*
*Mauro Mendes nega todas as acusações.*

Em manifestações públicas, o ex-governador afirma que o acordo foi celebrado dentro da legalidade, com respaldo técnico e jurídico, e sustenta que a investigação esclarecerá a regularidade dos atos praticados durante sua gestão. Mendes também atribui as acusações ao ambiente de disputa política.

*Investigação continua*
A Polícia Federal prossegue com a coleta de provas e a análise dos documentos apreendidos durante a Operação Heritage.

A existência da investigação não representa condenação, e todos os investigados têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

O *Espia News* continuará acompanhando o andamento do caso e trará novas informações à medida que houver manifestações oficiais das autoridades e das partes envolvidas.

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