Polícia
Celulares ocultos revelam tática de blindagem na comunicação de grupo envolvido em esquema de fraudes fiscais
Polícia
As investigações da Operação CNPJ na Cela, deflagrada na última terça-feira (3.2) pelo Comitê Interestadual de Recuperação de Ativos (Cira-MT), revelaram que o grupo investigado empregava táticas sofisticadas para ocultar provas e segmentar a comunicação, dificultando o rastreamento policial.
O material apreendido durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão reforça as investigações que indicam a atuação estruturada do grupo, que operava de forma profissional em um esquema de fraudes fiscais envolvendo supostas transações de comércio de grãos.
As investigações, conduzidas em inquérito policial instaurado na Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), apontaram a existência de um esquema de fraude fiscal baseado no uso de cadastros e documentação formalmente regular para simular capacidade operacional inexistente, com indicação de contador como responsável técnico.
Também foram identificados indícios de participação de integrantes de facção criminosa. Entre as estratégias de blindagem na comunicação, os investigados agiam com rodízio de linhas telefônicas entre seus integrantes.
Nas buscas realizadas em um dos endereços em Rondonópolis, ligado ao principal articulador do esquema, foram localizados três aparelhos celulares novos, que se encontravam desligados. Os dispositivos não estavam juntos, mas espalhados em pontos distintos e estratégicos da residência, propositalmente escondidos.
Somente após uma busca minuciosa e detalhada no imóvel foi possível localizar os equipamentos, que estavam camuflados para passar despercebidos em uma vistoria superficial.
Em outro endereço em Rondonópolis, a tática de multiplicidade de canais utilizada pelo grupo se repetiu. Durante as buscas na residência de um segundo alvo da operação, as equipes localizaram e apreenderam cinco aparelhos celulares.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, João Paulo Firpo Fontes, destacou que posse simultânea de tal quantidade de dispositivos por um único investigado é um forte indício da prática conhecida como “rodízio de linhas”, utilizada por facções e grupos criminosos.
“O fato de os celulares estarem desligados, serem novos e, no caso do alvo principal, estarem deliberadamente escondidos e espalhados pela casa, evidenciaram o dolo da conduta, demonstrando clara consciência da ilicitude. É uma tática típica de quem vive do crime e tenta a todo custo apagar seus rastros”
O delegado titular da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, destacou a importância técnica das apreensões realizadas durante a operação, que serão fundamentais para o avanço das investigações. “Os aparelhos, agora apreendidos, passarão por perícia forense. Acreditamos que a análise dos dados extraídos revelará a teia de contatos e a hierarquia do grupo”, afirmou.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Polícia Civil incinera 28.5 quilos de entorpecentes apreendidos pelas Forças de Segurança em Confresa
A Polícia Civil incinerou, na tarde desta quarta-feira (3.6), mais de 28 quilos de entorpecentes apreendidos em ações de combate ao tráfico de drogas realizadas no município de Confresa e região.
A destruição do material foi realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa e ocorreu após autorização judicial, seguindo os procedimentos previstos na legislação vigente. No total, foram destruídos 28,5 quilos de drogas, sendo cerca de 27,56 kg de maconha, 306,74 g de cocaína e 0,83 g de cigarro de maconha.
Os entorpecentes destruídos eram provenientes de apreensões realizadas pelas forças de segurança pública que atuam na região, bem como de procedimentos investigativos conduzidos pela Derf de Confresa. O material estava vinculado a inquéritos policiais e demais procedimentos instaurados para apuração de crimes relacionados ao tráfico de drogas.
A ação foi acompanhada por representantes da Polícia Civil, do Ministério Público, servidores da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), autoridade sanitária e demais testemunhas, garantindo a regularidade e a transparência de todo o procedimento.
A incineração representa uma etapa prevista na Lei de Drogas e integra o trabalho permanente de repressão ao tráfico de entorpecentes, assegurando a destinação legal do material apreendido após os exames periciais e autorizações judiciais necessárias.
De acordo com a delegada de Polícia Karen Amaral Makrakis, a medida impede que os entorpecentes retornem à circulação ilícita e reforça o compromisso das instituições de segurança pública com a proteção da sociedade e o enfrentamento à criminalidade.
“O combate ao tráfico de drogas segue como uma das prioridades da Derf de Confresa, sendo desenvolvido de forma integrada com as demais forças de segurança e órgãos do sistema de justiça, visando à redução da criminalidade e ao fortalecimento da segurança pública na região”, destacou a delegada.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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