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Batalhão Ambiental fecha garimpo irregular, apreende máquinas e aplica multa de R$ 97 mil

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Equipes do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, com apoio da Força Tática, fecharam um garimpo irregular, nesta quinta-feira (7.5), na zona rural do município de Aripuanã (1.001 km de Cuiabá). Um homem foi preso em flagrante por crime ambiental e multado em R$ 97 mil.

Durante desdobramento da Operação Amazônia/Flora, as equipes identificaram uma área com intensa degradação ambiental em uma propriedade localizada na Linha Poraquê. No local, os militares flagraram uma escavadeira hidráulica em funcionamento dentro de uma cava aberta para extração mineral. O operador da máquina informou ser o responsável pela atividade e admitiu não possuir licença ou autorização ambiental para o funcionamento do garimpo.

Durante a fiscalização, os policiais constataram extensa área degradada, com solo exposto, alterações na vegetação nativa, abertura de crateras, movimentação de sedimentos e acúmulo de rejeitos. Também foram encontrados equipamentos utilizados na extração mineral, como uma caixa concentradora e dois motores estacionários.

Além disso, a equipe localizou um acampamento improvisado utilizado pelos envolvidos na atividade ilegal, contendo redes, ferramentas, roupas, utensílios domésticos e alimentos. A escavadeira hidráulica foi apreendida e encaminhada para depósito no município de Colniza. Já os motores estacionários foram destruídos no local devido à impossibilidade de remoção.

O acampamento utilizado pelos garimpeiros também foi destruído. O responsável pela atividade foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil desarticula central de golpes e prende oito golpistas em flagrante em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na tarde desta quarta-feira (4.11), a Operação Home Office para desarticular uma central clandestina de fraudes eletrônicas. Oito homens, com idades entre 25 e 42 anos, foram presos em flagrante em Cuiabá.

A operação deu cumprimento a um mandado de busca e apreensão a um imóvel no bairro Jardim Liberdade, expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias de Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá. Na residência, os investigadores flagraram os suspeitos em plena atividade, operando múltiplos dispositivos eletrônicos simultaneamente para aplicar golpes contra consumidores em diversas regiões do país.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Durante as diligências, a equipe policial constatou que todos os suspeitos flagrados na casa atuavam na modalidade do “falso intermediário”. Nesse tipo de golpe, os criminosos clonam ou republicam anúncios legítimos de compra e venda, principalmente de veículos e itens de alto valor, intermedeiam a negociação enganando comprador e proprietário ao mesmo tempo e direcionam os pagamentos para contas de terceiros.

No local, os policiais apreenderam 28 aparelhos celulares, um notebook, um computador de mesa, R$ 1,1 mil em dinheiro e dois veículos utilizados pelos suspeitos. Entre os detidos está um homem que já cumpria medidas cautelares com uso de tornozeleira eletrônica.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Diante das evidências, os oito suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia de Estelionato de Cuiabá, onde foram interrogados pelo delegado Gustavo Godoy Alevato, responsável pelas investigações, e autuados por associação criminosa e estelionato qualificado por meio eletrônico.

A titular da unidade, delegada Eliane da Silva Moraes, destacou o nível de estruturação do esquema e a relevância das apreensões para a continuidade do inquérito.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

“A estrutura encontrada no imóvel funcionava como uma verdadeira central voltada à prática do chamado golpe do falso intermediário em larga escala. A apreensão dos celulares e dos computadores é estratégica, pois fornecerá dados cruciais para mapear a extensão dos prejuízos causados às vítimas e identificar outras possíveis ramificações da quadrilha”, pontuou a delegada.



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