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Secretários Municipais de Saúde de MT conhecem Hospital Central: “extraordinário, de primeiro mundo”

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) promoveu, nesta sexta-feira (6.2), uma visita dos secretários municipais de Saúde de Mato Grosso ao Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá. Os gestores aproveitaram a participação na 1ª reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), evento que ocorre mensalmente. Os diretores de alguns dos Escritórios Regionais de Saúde (ERS) também participaram da comitiva.

“O Governo do Estado construiu um dos melhores e mais modernos hospitais públicos do país. Por termos em Cuiabá a maioria dos secretários municipais de saúde, aproveitamos para levá-los ao Hospital Central, para que pudessem ver o tamanho da dedicação que o Governo de Mato Grosso empenhou para conceber essa estrutura”, explicou o secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

O presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT), Marco Felipe, destacou que os secretários ficaram impactados com a grandiosidade da obra e o investimento do Governo.

“O que nós estamos vendo aqui é algo extraordinário, é coisa realmente de primeiro mundo e, para quem já viajou bastante, dá a impressão de que não estamos no Brasil. Eu vejo que é uma obra de uma magnitude imensa e pensando no que isso aqui vai proporcionar à população do Estado de Mato Grosso”, afirmou.

Para a servidora pública de carreira e diretora do Escritório Regional de Saúde de Diamantino, Sandra Guimarães, a construção do hospital é um divisor de águas para a saúde pública de Mato Grosso.

“Estou até emocionada com tudo que eu vi aqui, porque as pessoas têm aquela concepção que pelo SUS [Sistema Único de Saúde] tem que ser tudo de qualquer jeito, não tem que ter nada bem feito, e muito pelo contrário. Aqui está a prova de que quando o gestor quer fazer, há uma gestão de qualidade, mostra para a população que tem como fazer”, avaliou.


O secretário municipal de saúde de Alta Floresta, Marcelo Costa, falou sobre a sensação de satisfação ao ver que o Estado recebeu um grande hospital.

“Hoje, quando a gente entra num hospital desse, sabendo que é totalmente SUS, é muito surpreendente. Mato Grosso tem um hospital com essa plenitude, com essa estrutura, essa arquitetura toda, e esse atendimento que vai ter para o povo de Mato Grosso”, acrescentou.

A secretária municipal de saúde de Nova Canaã do Norte, Gislaine Silva, considerou a estrutura excepcional. “Aqui a gente já se depara com uma grandeza. E aí é um momento que você vai decorrendo a cada andar, você vai encontrando cada coisa mais maravilhosa. É muito emocionante poder compartilhar dessa estrutura com todos, porque Mato Grosso nunca viu, nem na área particular”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Plano de saúde deve garantir home care 24h a idosa com demência avançada

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras Resumo:

  • Plano de saúde deve manter internação domiciliar com enfermagem 24 horas para idosa de 78 anos com demência avançada e quadro clínico grave.

  • A prescrição médica prevaleceu sobre critérios administrativos da operadora.

Uma idosa de 78 anos, diagnosticada com demência avançada e múltiplas comorbidades, garantiu a manutenção da decisão que obriga o plano de saúde a custear internação domiciliar (home care) com assistência de enfermagem 24 horas por dia. Por unanimidade, a Quinta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou recurso da operadora e manteve a tutela de urgência concedida em Primeira Instância.

O recurso foi relatado pelo desembargador Luiz Octavio Oliveira Saboia Ribeiro. A operadora sustentava que já prestava atendimento domiciliar conforme pontuação obtida pela paciente na Tabela NEAD/PAD, que indicaria apenas acompanhamento multiprofissional, e não internação 24 horas por dia. Também alegou que o serviço de home care não consta no rol obrigatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e que a obrigação poderia causar desequilíbrio econômico-financeiro ao plano.

De acordo com os autos, a paciente é totalmente dependente para atividades básicas da vida diária, está restrita ao leito, apresenta disfagia com risco de aspiração, lesões por pressão e histórico recente de infecção. Laudo médico aponta necessidade de cuidados contínuos, com equipe multidisciplinar e monitoramento permanente de sinais vitais, além de acompanhamento de fisioterapeuta, fonoaudiólogo e nutricionista.

Ao analisar o caso, o relator destacou que, nesta fase inicial do processo, basta a presença de elementos que indiquem a probabilidade do direito e o risco de dano. Para ele, a prescrição médica que aponta a necessidade de internação domiciliar intensiva não pode ser afastada com base apenas em critérios administrativos ou pontuação em tabela interna da operadora, sobretudo diante da condição de extrema vulnerabilidade da paciente.

O magistrado também observou que a discussão técnica sobre a adequação da pontuação exige produção de provas mais aprofundadas, o que deve ocorrer no curso da ação principal. Neste momento, prevalece a indicação do médico responsável pelo tratamento.

Quanto ao argumento de impacto financeiro, o voto considerou que a alegação foi genérica e não demonstrou prejuízo concreto. Por outro lado, o risco à saúde da idosa foi classificado como evidente, já que a suspensão do atendimento poderia comprometer sua integridade fisica.

Processo nº 1039225-56.2025.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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