Mato Grosso
Planejamento público que transforma vidas
Mato Grosso
Uma boa gestão pública identifica as necessidades da sociedade, planeja soluções e transforma decisões administrativas em resultados concretos. É com essa convicção que defendo mais investimentos na educação infantil, garantindo oportunidades às crianças e tranquilidade às famílias mato-grossenses.
A falta de vagas nas creches vai além de um problema educacional. Afeta crianças que precisam de um ambiente seguro para crescer e aprender e famílias que dependem do atendimento público para conciliar o cuidado com os filhos e a rotina de trabalho.
Ao longo da minha atuação parlamentar, tenho defendido que o orçamento precisa refletir as necessidades reais da população. Isso exige planejamento de médio e longo prazo, recursos assegurados e acompanhamento da execução.
Com essa visão, trabalhei, enquanto presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), pela inclusão de investimentos na construção e ampliação de creches no planejamento orçamentário estadual.
A articulação garantiu a previsão de recursos para apoiar os municípios, responsáveis pela oferta da educação infantil. A Lei Estadual nº 12.431/2024 estabeleceu mecanismos de financiamento para essa etapa do ensino, com R$ 120 milhões previstos entre 2025 e 2027, sendo R$ 40 milhões por ano.
A medida demonstra que enfrentar problemas públicos exige mais do que reconhecer demandas: é preciso transformar prioridades em planejamento, orçamento e cooperação institucional.
Os números mostram a dimensão do desafio. Diagnóstico das creches e pré-escolas municipais divulgado pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso, em novembro de 2025, identificou 10.263 crianças na fila por vagas em creches. Embora o número represente uma redução em relação às 14.883 registradas em 2023, 84 municípios ainda enfrentavam filas de espera.
O avanço é importante, mas insuficiente. Precisamos dar continuidade às ações, fiscalizar sua execução e corrigir os entraves para reduzir as filas e ampliar o atendimento. Nenhuma criança deve ter suas oportunidades limitadas pela falta de planejamento ou compromisso do poder público.
A eficiência da gestão não se mede apenas pelos recursos anunciados ou pelas obras iniciadas, mas pela capacidade de transformar investimentos em serviços que melhorem a vida da população.
É assim que entendo uma gestão responsável, planejar com seriedade, executar com transparência e avaliar resultados pelo impacto na vida das pessoas. Investir na primeira infância é cuidar das famílias hoje e construir um futuro melhor para Mato Grosso.
*Eduardo Botelho é deputado estadual pelo MDB
Mato Grosso
Saúde bucal é ampliada em MT com lei de atendimento odontológico preventivo
Crianças, idosos e pessoas que vivem em instituições de acolhimento em Mato Grosso terão acesso garantido a atendimento odontológico preventivo. A medida está prevista na Lei nº 13.587 , fruto de um projeto de autoria do deputado estadual Fabinho Tardin (Podemos), sancionada no último dia 3 de novembro pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
A legislação estabelece que o acompanhamento odontológico seja realizado pelo menos uma vez ao ano, por meio da rede credenciada ao Sistema Único de Saúde (SUS). A medida contempla pessoas que vivem em orfanatos, creches, asilos e outras instituições de assistência mantidas pelo Estado.
O objetivo é ampliar o acesso à prevenção e permitir a identificação de problemas bucais antes que evoluam para quadros mais graves.
“Só quem já sofreu com dor de dente sabe o quanto um atendimento faz diferença. A prevenção é a melhor forma de evitar problemas e doenças bucais que podem se agravar. Com a sanção do governador, garantimos que essas pessoas também tenham acesso a um cuidado essencial para a saúde”, afirmou Fabinho.
Emendas –Além da iniciativa legislativa, o deputado também destinou emendas para fortalecer a saúde bucal nos municípios mato-grossenses, incluindo recursos para a aquisição de cadeiras odontológicas em Várzea Grande. Ao todo, foram destinados R$ 3,1 milhões para a área.
Para Fabinho, o acompanhamento periódico é fundamental não apenas para tratar problemas existentes, mas também para identificar alterações e evitar complicações futuras.
“Uma avaliação regular permite identificar problemas logo no início e orientar o tratamento adequado. Quando falamos de crianças, idosos e pessoas que vivem em instituições de acolhimento, esse cuidado precisa estar ainda mais próximo”, destacou.
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