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São Paulo sai na frente, cede empate ao Botafogo no fim e amplia jejum no Brasileirão
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O São Paulo voltou a tropeçar no Campeonato Brasileiro e deixou o gramado do Morumbis sob vaias neste sábado, após empatar por 1 a 1 com o Botafogo pela 17ª rodada. O time paulista abriu o placar logo no começo com Luciano, mas viu Jordan Barrera marcar na reta final do segundo tempo e frustrar a equipe diante da torcida.
O resultado amplia o momento delicado do Tricolor, que chegou ao oitavo jogo consecutivo sem vitória na temporada. Nesse intervalo, foram quatro empates e quatro derrotas. Dorival Júnior, em sua terceira passagem pelo clube, ainda não conseguiu vencer após dois compromissos no comando.
Na classificação, o São Paulo permanece em quarto lugar, agora com 25 pontos, mas pode perder posição no decorrer da rodada. A equipe está cinco pontos atrás do Fluminense, terceiro colocado, e ainda pode ser ultrapassada pelo Athletico-PR, que soma 24. O Botafogo, por sua vez, chegou aos 22 pontos e segue na nona colocação, embora ainda dependa dos demais resultados para saber se manterá o posto.
O jogo
O Tricolor começou melhor e foi eficiente logo na primeira oportunidade. Aos três minutos, Artur arriscou de fora da área, Neto não conseguiu segurar no gramado molhado, e Luciano apareceu dentro da pequena área para completar para o gol. Embalado pela vantagem, o time da casa seguiu em cima e quase ampliou pouco depois, em cabeçada de Alan Franco após escanteio. Em outra chegada perigosa, Calleri roubou a bola no campo ofensivo e participou de jogada que terminou com corte providencial da defesa botafoguense.
Apesar do bom início, o São Paulo passou a conviver com problemas físicos ainda no primeiro tempo. Luciano, que já demonstrava incômodo desde a comemoração do gol, deixou o campo aos 20 minutos com dores na panturrilha direita. Já aos 43, Sabino também precisou ser substituído depois de sentir fortes dores após cometer falta em Villalba.
Na etapa final, o Botafogo voltou mais presente no ataque e chegou a balançar as redes duas vezes antes do empate valer de fato, mas ambos os lances foram anulados por impedimento. No primeiro, Arthur Cabral marcou de cabeça após cobrança de falta. Depois, Barrera completou para o gol em nova jogada aérea, novamente invalidada pela arbitragem.
O São Paulo teve a chance de matar o jogo, mas desperdiçou. Ferreira mandou por cima uma boa oportunidade aos 12 minutos, e Tapia também não aproveitou um contra-ataque claro aos 33, após passe de Calleri. O castigo veio aos 44 minutos, quando o Botafogo insistiu em bola levantada na área. Rafael afastou parcialmente após escanteio, e Barrera pegou o rebote de primeira, da intermediária, para empatar.
Nos acréscimos, o time paulista ainda teve a última chance da partida em nova arrancada puxada por Calleri, mas Tapia finalizou por cima do travessão e desperdiçou a possibilidade de garantir os três pontos.
O empate prolonga a má fase do São Paulo e aumenta a pressão sobre a equipe, que mais uma vez deixou escapar a vitória depois de sair em vantagem. Já o Botafogo valorizou a reação fora de casa e somou um ponto importante depois de insistir até os minutos finais.
Próximos jogos
São Paulo
Jogo: São Paulo x Boston River | 6ª rodada da fase de grupos da Sul-Americana
Data e horário: 26/5 (terça-feira), às 19h
Local: Morumbis
Botafogo
Jogo: Caracas x Botafogo | 6ª rodada da fase de grupos da Sul-Americana
Data e horário: 27/5 (quarta-feira), às 19h
Local: Estádio Olímpico de la UCV
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| São Paulo 1 x 1 Botafogo | |
| Competição | 17ª rodada do Brasileirão |
| Local | Morumbis, em São Paulo (SP) |
| Data | 23 de maio de 2026 (sábado) |
| Horário | 17h (de Brasília) |
| Cartões amarelos | Luciano, Wendell e Rafael (São Paulo); Gabriel Justino, Montoro, Chris Ramos e Joaquin Correa (Botafogo) |
| Cartões vermelhos | Nenhum |
| Árbitro | Lucas Casagrande |
| Assistentes | Victor Hugo Imazu e Andrey Luiz |
| VAR | Heber Roberto Lopes |
| Gols | Luciano, aos 3′ do 1ºT (São Paulo); Jordan Barrera, aos 45′ do 2ºT (Botafogo) |
| São Paulo | Rafael; Lucas Ramon, Alan Franco, Sabino (Osório) e Wendell; Pablo Maia e Danielzinho; Luciano (Pedro Ferreira/Djhordney), Artur, Ferreira (Tapia) e Calleri. Técnico: Dorival Júnior |
| Botafogo | Neto; Vitinho, Ferraresi, Gabriel Justino (Cris Ramos) e Marçal; Huguinho (Joaquín Correa), Santi Rodríguez e Montoro (Edenílson); Villalba (Kadir Barría), Kauan Toledo (Jordan Barrera) e Arthur Cabral. Técnico: Franclim Carvalho |
Fonte: Esportes
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Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas indica destaques da temporada
Quem foi a melhor jogadora da temporada no futebol feminino brasileiro? No Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas, três atletas estão na disputa da categoria que consagra o destaque das competições nacionais em 2026. As finalistas, reveladas nesta quinta-feira (5), são a goleira Yanne (Bahia), a meia Duda Serrana (São Paulo) e a atacante Marília (Cruzeiro).
Os nomes foram indicados por um colégio eleitoral composto por capitãs, treinadores (as)e dirigentes dos clubes que integram a elite do futebol de mulheres do país. Pelo regulamento da premiação, eles não poderiam votar em atletas da própria equipe.
A ganhadora será anunciada em cerimônia marcada para 15 de novembro, no Museu do Futebol, em São Paulo. Na ocasião, também serão celebrados os vencedores das categorias Jogadora Revelação, Melhor Treinador(a), Artilheira, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Futebol Feminino Contra o Feminicídio, além da Seleção da Temporada, com 11 atletas, sendo uma por posição.
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As candidatas
Também candidata a melhor goleira da temporada, Yanne brilhou na campanha do Bahia no Campeonato Brasileiro, sendo decisiva na classificação às semifinais ao defender dois pênaltis contra o Palmeiras. A jogadora de 23 anos ainda se destacou nas quartas da Copa do Brasil, ajudando as Mulheres de Aço a eliminarem um São Paulo que tinha acabado de ser campeão nacional.
Por falar nas Soberanas, Duda Serrana teve papel importante no título brasileiro, consolidando o espaço conquistado com a venda da atacante Dudinha ao San Diego Wave (Estados Unidos), no ano passado. A meia de 24 anos também se destacou na lateral-direita. Nesta temporada, ela precisou de 14 jogos a menos para participar dos mesmos oito gols (seis marcados e duas assistências) de 2025.
E se o assunto é bola na rede, Marília brilhou na temporada nacional. Apesar de o Cruzeiro ter caído nas quartas de final, a atacante de 23 anos terminou o Brasileirão, como artilheira, com 11 gols. Não à toa, firmou-se de vez nas convocações do técnico Arthur Elias. Com 17 gols no ano, incluindo também Copa do Brasil, Campeonato Mineiro e Libertadores, ela vive a fase mais goleadora da carreira.
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