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Ypê investe na formação de talentos para a indústria

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Em um cenário em que a indústria brasileira precisa ampliar a formação e a atualização de profissionais para acompanhar as transformações do mercado de trabalho, a Ypê reforça sua atuação em educação e qualificação profissional. Na última semana, a companhia realizou, em Amparo, no interior de São Paulo, a formatura de 67 participantes dos programas EducarY e Aprendiz Técnico, iniciativas voltadas a diferentes etapas da jornada educacional e profissional.

A formatura reuniu 35 participantes do EducarY, programa voltado à alfabetização e à conclusão do ensino médio de colaboradores, e 32 jovens do Aprendiz Técnico, desenvolvido em parceria com o SENAI Jaguariúna para capacitar pessoas de 17 a 22 anos em áreas ligadas à operação industrial. O encontro evidenciou como a companhia cria oportunidades educacionais para diferentes públicos: de colaboradores que retomam os estudos a jovens da comunidade que iniciam sua trajetória profissional.

Desde 2018, o EducarY já formou 175 colaboradores em seis turmas. No último ciclo, a iniciativa evoluiu do formato presencial para o híbrido e foi estendida, em 2025, para as unidades de Salto (SP), Anápolis (GO) e Goiânia (GO), ampliando o acesso à educação básica e oferecendo mais flexibilidade aos participantes. Já o Aprendiz Técnico, retomado em 2023, soma 65 jovens formados em sete turmas e ampliou sua oferta de cursos: começou com Elétrica e Mecânica e hoje contempla formações como Eletroeletrônica, Eletromecânica, Injetora e Auxiliar de Linha de Produção.

Na prática, os dois programas atuam em frentes complementares. O EducarY fortalece competências essenciais, como leitura, interpretação, raciocínio lógico e autonomia, criando condições para que colaboradores acompanhem metodologias, processos, treinamentos e oportunidades internas. O Aprendiz Técnico, por sua vez, funciona como porta de entrada qualificada para jovens da comunidade de Amparo e região, ao combinar aprendizado teórico, vivência prática e contato com os desafios reais da indústria.

“Acreditamos que educação é uma das formas mais consistentes de transformar vidas e construir o futuro. Quando uma pessoa retoma os estudos ou inicia uma formação técnica, ela amplia suas possibilidades, ganha confiança e passa a enxergar novos caminhos. Para a Ypê, investir em educação é também investir no desenvolvimento das comunidades e na formação de talentos preparados para os desafios do presente e do futuro”, afirma Cristiane Lacerda, diretora executiva de Gente, Cultura, Diversidade e Inclusão da Ypê.

Esse olhar para a educação como vetor de desenvolvimento também se conecta a um desafio mais amplo da indústria brasileira: formar e atualizar profissionais em escala. Segundo o Mapa do Trabalho Industrial 2025-2027, elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria, da Confederação Nacional da Indústria, o Brasil precisará qualificar 14 milhões de trabalhadores em ocupações industriais até 2027. Desse total, 2,2 milhões correspondem à formação inicial, para repor profissionais e preencher novas vagas, enquanto 11,8 milhões dizem respeito a treinamento e desenvolvimento de trabalhadores que precisam atualizar competências.

“Iniciativas como o EducarY e o Aprendiz Técnico mostram como a educação pode contribuir, de forma concreta, para formar e requalificar pessoas para a indústria. Ao ampliar o acesso de colaboradores à educação formal e oferecer aos jovens uma porta de entrada qualificada para o mercado de trabalho, fortalecemos competências, engajamento e a conexão entre empresa, comunidade e futuro profissional”, afirma Luiza Martinez, gerente executiva de Cultura e Desenvolvimento Organizacional da Ypê.

As parcerias com o SENAI Jaguariúna e com a Unico Skill têm papel central nessa construção. No Aprendiz Técnico, a colaboração com o SENAI, fortalecida ao longo dos últimos três anos, aproxima professores, tutores e equipes da Ypê de uma formação alinhada às necessidades da operação. No EducarY, a Unico Skill viabilizou a evolução para o modelo híbrido, ampliando flexibilidade e acesso à educação básica.

“A consistência desses programas passa por parcerias qualificadas e por uma escuta atenta às necessidades das pessoas e da operação. Com SENAI Jaguariúna e Unico Skill, conseguimos oferecer jornadas de aprendizagem mais aderentes à realidade dos participantes e conectadas ao desenvolvimento contínuo”, complementa Cristiane Lacerda.

Com mais de 75 anos de história, a Ypê trata a educação como parte de sua cultura de desenvolvimento humano. Ao reconhecer a trajetória dos formandos, a companhia também reforça uma estratégia contínua de formação de pessoas, inclusão produtiva e preparação de talentos para o futuro da indústria brasileira.



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Trabalhadores nascidos em setembro e outubro recebem abono salarial

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Os trabalhadores nascidos em setembro e em outubro que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta quarta-feira (15) o abono salarial de 2026. Neste quarto lote, serão liberados R$ 5,4 bilhões para 4.339.996 beneficiários.

O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024 . O calendário segue de forma escalonada ao longo de 2026, de acordo com o mês de nascimento.

Quem recebe neste lote

Do total de contemplados em maio:

• 3.840.487 são trabalhadores da iniciativa privada, inscritos no Programa de Integração Social (PIS), com pagamento feito pela Caixa Econômica Federal, somando R$ 4,8 bilhões;

• 499.509 são servidores públicos, inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), pagos pelo Banco do Brasil, com total de cerca de R$ 600 milhões.

Quem tem direito ao Abono Salarial

Tem direito ao benefício o trabalhador que:

• Está inscrito no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos;

• Trabalhou com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024;

• Recebeu remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base;

• Teve os dados corretamente informados pelo empregador no e-Social.

Instituído pela Lei nº 7.998/90, o abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado. Os recursos vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com a habilitação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Como o pagamento é feito

Para trabalhadores da iniciativa privada (PIS)

• A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento prioritariamente por:

• Crédito em conta corrente ou poupança da Caixa;

• Depósito em Poupança Social Digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Quem não possui conta pode sacar:

• Com Cartão Social e senha em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes CAIXA Aqui;

• Nas agências, com documento oficial com foto;

• Sem cartão, por meio de biometria cadastrada.

Para servidores públicos (Pasep)

O Banco do Brasil faz o pagamento por:

• Crédito em conta bancária;

• Transferência via TED ou Pix;

• Saque presencial nas agências, para quem não é correntista e não possui chave Pix.

Como consultar

Os trabalhadores podem verificar informações sobre valor, data e habilitação pelos seguintes canais:

• Aplicativo Carteira de Trabalho Digital;

• Portal Gov.br;

• Telefone 158 (Ministério do Trabalho);

• Aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa;

• Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800-726-0207.

A expectativa é que, em 2026, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores recebam o abono salarial.



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