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Vídeos impulsionam marcas e resultados em marketing digital

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O vídeo se consolidou como ferramenta central de performance e conversão no marketing digital, com o marketing de vídeo impactando expressivamente os resultados de negócios. Um levantamento da Insivia mostra que 90% dos profissionais de marketing relatam retorno positivo sobre investimento (ROI), 87% indicam aumento direto nas vendas e 86% apontam contribuição do formato para a geração de leads.

Nas redes sociais, vídeos geram 1200% mais compartilhamentos em relação a combinações de texto e imagem. Em plataformas como TikTok e Instagram, esses conteúdos registram alta de 75% no consumo global, enquanto no LinkedIn alcançam três vezes mais engajamento do que publicações em texto. No e-commerce e nas páginas de produto, vídeos elevam o engajamento em 47%, aumentam em 64% a propensão de compra e reduzem devolução de itens em 35%.

Daniel Martins, CEO da produtora de vídeos DP2 Comunicação, enfatiza que a qualidade técnica do vídeo impacta diretamente a percepção da marca pelo público. “A qualidade técnica não é detalhe, é o que sustenta a mensagem em cada contexto. Para o público final, cada segundo conta, e é o acabamento do vídeo que prende a atenção e impede que a pessoa role a tela antes de absorver o que a marca tem a dizer”, conta.

O executivo acrescenta que, no universo B2B, o efeito é ainda mais direto. Segundo ele, a imagem que a empresa projeta pode ser decisiva na hora de aprovar um orçamento, por exemplo. “Um material bem produzido transmite solidez e faz o cliente enxergar valor, em vez de pechinchar preço. No fim, é sempre a imagem e os valores da empresa que entram em jogo, e a qualidade técnica é o que comunica isso antes mesmo da primeira frase”, explica.

Para o CEO da DP2 Comunicação, um vídeo bem produzido é fruto de um processo estruturado em três fases cruciais: planejamento, execução e acabamento. A primeira etapa define o objetivo do vídeo, o que será apresentado e contado; a execução exige precisão para garantir a qualidade técnica e artística, enquanto o acabamento transforma todo o material produzido em um vídeo profissional.

Martins detalha que a produção do formato consiste em pré-produção — a fase em que são definidos o roteiro, o estilo visual, a mensagem principal e todos os elementos essenciais do vídeo; produção — criação do conteúdo, envolvendo a gravação, desenvolvimento das animações e gráficos; e pós-produção — edição do material, com cortes, inserção de trilha sonora, efeitos visuais, legendas e ajustes finais.

“Mais importante do que dar o pontapé inicial é estruturar uma presença constante em vídeo. O grande trunfo do formato é a flexibilidade: o mesmo vídeo pode ser enviado por e-mail, disparado no WhatsApp logo no primeiro contato com um cliente ou usado em uma apresentação comercial. Ele se adapta a cada momento da jornada e muda o jogo em todas as etapas do funil, do primeiro interesse até a decisão de compra. O resultado aparece com uma produção recorrente, alimentando os diferentes canais”, recomenda o profissional.

DP2 Comunicação

A DP2 Comunicação atua há 20 anos no mercado de produção de vídeo, com expertise em formatos institucionais e corporativos, incluindo treinamentos internos, conteúdos para redes sociais, campanhas, endomarketing, cobertura de eventos, transmissões ao vivo, animações 2D, 3D e de realidade virtual.

Os vídeos institucionais têm papel de apresentar a empresa, sua missão, visão e valores, e são essenciais para o fortalecimento da cultura, assim como vídeos de comunicação interna cumprem a função de motivar colaboradores, criando um senso de pertencimento e propósito.

Os vídeos animados são produzidos para simplificar processos internos, apresentar diferenciais de produtos ou serviços inovadores, tornando informações densas acessíveis e facilitando a compreensão.

“Para suprir uma demanda em constante crescimento, a DP2 une visão estratégica e execução técnica para que cada projeto traduza os objetivos do cliente em um vídeo que conversa com quem está do outro lado da tela. Nosso repertório nos permite falar a língua dos decisores e entender, desde a primeira conversa, o que o cliente realmente precisa comunicar”, afirma o CEO.

Para mais informações, basta acessar: www.dp2.com.br/



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B-Beauty leva diversidade dos fios para a rotina capilar

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Cabelos com o mesmo comprimento e a mesma cor podem apresentar comportamentos diferentes, e parte da explicação está na curvatura dos fios. Segundo a Skala Brasil, esse formato influencia a distribuição da oleosidade natural ao longo do cabelo, a capacidade de reter umidade e o nível de definição, fatores que interferem diretamente na escolha dos cuidados capilares. Compreender esse mecanismo ajuda a explicar por que as demandas de um perfil de cabelo nem sempre coincidem com as de outro.

No Brasil, a diversidade de texturas integra as referências de beleza, o que amplia o espaço dedicado ao tema nas discussões sobre cuidados com o cabelo. Nesse contexto, ganha relevância o B-Beauty, movimento que valoriza características e referências brasileiras e que se relaciona a essa abordagem ao considerar as particularidades e as necessidades de cada tipo de fio. Em vez de partir de um padrão único, essa perspectiva toma como ponto de partida a variedade de curvaturas presente entre os brasileiros para pensar a rotina de cuidados.

A montagem de uma rotina envolve fatores como hidratação, nutrição, definição, força e controle do frizz, demandas que variam de acordo com a curvatura e o comportamento dos fios. De acordo com a Skala Brasil, observar a forma como o cabelo responde aos cuidados é um caminho para orientar essas escolhas, uma vez que cada textura apresenta prioridades próprias.

Como cada curvatura orienta a rotina

A relação entre curvatura e necessidade fica mais evidente quando os diferentes perfis de cabelo são analisados separadamente. Em cada caso, mudam as prioridades da rotina, os ingredientes considerados nas formulações e as formas de uso indicadas para os produtos.

Nos cabelos cacheados, definição e hidratação aparecem entre as necessidades consideradas no dia a dia. A linha Mais Cachos, da Skala Brasil, combina manteiga de karité, óleo de rícino e D-pantenol, ingredientes associados à nutrição e à retenção de umidade. O conjunto inclui ainda um creme multifuncional, que pode ser aplicado tanto na etapa de tratamento quanto na finalização dos fios.

Entre os cabelos crespos, um ponto de atenção é a transição capilar, período em que diferentes texturas podem coexistir. Essa convivência exige acompanhamento das necessidades dos fios ao longo de todo o processo. Para esse perfil, a linha Crespo Divino reúne queratina vegetal, óleo de rícino e colágeno vegetal em uma fórmula voltada à hidratação, à força e à resistência.

Nos cabelos ondulados, a busca por definição precisa levar em conta a preservação do movimento natural dos fios. A linha Mais Ondas associa óleo de girassol e óleo de abacate, componentes que contribuem para a hidratação e a maciez. O creme dessa linha pode ser usado como tratamento ou como creme para pentear.

Já nos cabelos lisos, alinhamento, brilho e controle do frizz figuram entre as prioridades. A linha Mais Lisos traz proteínas do arroz, amido de milho e aminoácidos, ativos que contribuem para o alinhamento dos fios e para o controle do volume. A composição também conta com vitamina E e D-pantenol.

Diversidade como critério de cuidado

Na avaliação da Skala Brasil, a contribuição do B-Beauty para o haircare está em reconhecer que não existe um único cabelo brasileiro e, por consequência, não existe uma única forma de cuidar dele. Quando a curvatura deixa de ser apenas uma classificação e passa a orientar a seleção de ativos e benefícios, a rotina ganha uma camada de personalização que conversa com a diversidade de fios encontrada no país.

Identificar a textura, compreender como os fios reagem e definir prioridades como hidratação, nutrição ou alinhamento tornam-se, assim, etapas que antecedem a escolha dos produtos. Essa leitura individual do cabelo permite que os cuidados acompanhem as características de cada curvatura, inclusive em fases de mudança, como a transição capilar. Nesse percurso, a classificação por curvatura funciona como referência inicial, e não como regra fixa, já que a resposta dos fios aos cuidados também orienta os ajustes ao longo do tempo.



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