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Tecban reconfigura diretorias de Tecnologia e Cultura

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A Tecban anuncia mudanças em seu Grupo Executivo como parte da evolução de sua estratégia, ampliando a integração entre tecnologia, eficiência e pessoas. Frederico Sato assume o posto de Diretor de Tecnologia e Inovação, e Marina Bertollucci passa à posição de Diretora de Pessoas e Cultura.

O movimento fortalece o board da companhia e dá continuidade à estratégia da Tecban de combinar a solidez de sua atuação no mundo físico com a agilidade e a inteligência das soluções digitais, preparando a organização para os novos desafios de Tecnologia e fortalecimento da Cultura.

“A Tecban passa por uma constante evolução para acompanhar as transformações do mercado financeiro e tecnológico. O fortalecimento de nossas lideranças reflete nossa busca incessante por inovação, governança sólida e eficiência operacional, garantindo que continuemos sendo o parceiro fundamental do setor no Brasil”, afirma Patricio Santelices, CEO da Tecban.

Tecnologia como vetor de eficiência e transformação

À frente da Diretoria de TI e Inovação, Frederico Sato terá entre suas principais agendas a modernização da infraestrutura tecnológica, a resiliência dos sistemas e o uso aplicado de inteligência artificial, com foco na eficiência e na ampliação do valor entregue pela Tecban às instituições financeiras e varejistas.

Sua atuação também estará conectada ao fortalecimento de parcerias estratégicas e ao desenvolvimento de um ecossistema de tecnologia seguro e inclusivo, acompanhando a evolução da Tecban como plataforma de infraestrutura tecnológica, inteligência de dados e inovação para o mercado. A frente de Novos Negócios da companhia segue sob o comando do executivo.

“Assumir este compromisso na Tecban é impulsionar ainda mais nossa agenda de transformação, com foco em resiliência e inovação. Nosso objetivo é acelerar a eficiência operacional e gerar valor contínuo para todo o ecossistema bancário e de negócios”, enfatiza Sato.

Ao longo de sua carreira, conduziu projetos de estratégia corporativa, transformação organizacional, entrada em novos mercados e fusões e aquisições em grandes empresas na América Latina, Estados Unidos e Europa. Com experiência nas principais consultorias estratégicas globais e no mercado financeiro, construiu uma carreira orientada à geração de valor e à construção de novos motores de crescimento.

Tecban fortalece agenda de Pessoas, Cultura e Liderança

A nomeação de Marina Bertollucci para Diretora de Pessoas e Cultura reforça a estratégia da Tecban no desenvolvimento de pessoas e lideranças, fortalecimento de marca empregadora e foco na agenda de Cultura. Marina seguirá conectada ao fortalecimento do ambiente de trabalho e às iniciativas de diversidade, equidade e impacto social positivo da companhia.

“Cultura é o que faz a estratégia de uma empresa acontecer. Acreditando em conversas que transformam, que aproximam e fortalecem relações, podemos construir resultados sustentáveis. Em um setor historicamente marcado pela presença masculina, parte dessa transformação da companhia é ampliar o espaço e a voz das mulheres. Quando criamos um ambiente em que diferentes perspectivas encontram espaço para contribuir, fortalecemos as pessoas, o negócio e a nossa capacidade de evoluir”, ressalta Marina.

A executiva reúne uma sólida formação voltada à liderança e à gestão estratégica, com especializações em Liderança para Executivos Sênior, pela Harvard Business School; Advanced Board Room Member, pela Saint-Paul Escola de Negócios; HR Strategy, pela London Business School; e Jornada de Desenvolvimento C-Level, pela Fundação Dom Cabral.

As mudanças reforçam o posicionamento da Tecban como uma companhia que combina infraestrutura, tecnologia, inteligência e inovação para atender à evolução dos ecossistemas financeiro e de varejo. Ao mesmo tempo, o fortalecimento da liderança traduz um movimento de continuidade e preparação da organização para os próximos desafios relacionados à tecnologia e eficiência.



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El Niño intensifica eventos extremos no Brasil

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O Painel El Niño 2026‑2027, elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), apontou mais de 90 % de probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, com possibilidade de permanência até o início de 2027.

O fenômeno deve gerar impactos distintos nas regiões brasileiras: no Sul, o Inmet projeta chuvas acima da média e possibilidade de recordes; no Nordeste, o Cemaden prevê expansão da seca severa e extrema; no Sudeste, 89 % da região sofreu algum grau de seca em julho e as previsões indicam período de chuvas intensas e altas temperaturas, segundo o Climatempo; na Amazônia, o Cemaden e a Ana alertam para déficit de chuva, risco de prolongamento da seca e aumento da incidência de incêndios.

O Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique (INAM) alerta que o El Niño em curso pode tornar‑se um dos mais severos registrados desde 1950. Vininha F. Carvalho, ambientalista, economista e editora da Revista Ecotour News & Negócios ressalta que o aquecimento das águas do Pacífico pode afetar indicadores sociais, da saúde à educação.

De acordo com o Dr. Alexandre Chieppe, consultor médico da MedLevensohn, a instabilidade climática pode desencadear desastres como enchentes e inundações e aumentar a incidência de doenças transmissíveis. Ele destaca que a combinação de umidade e calor cria condições favoráveis à proliferação de vetores de zoonoses, sobretudo arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya.

O El Niño também pode impactar a agricultura, os níveis dos reservatórios, a geração de energia e os preços dos alimentos. O monitoramento depende da coleta contínua de dados atmosféricos e oceânicos por satélites, sensores e boias, permitindo que produtores rurais recebam alertas em tempo real e ajustem suas decisões de manejo.

Vininha F. Carvalho conclui que a mudança climática já está gerando novos desafios para as cidades brasileiras, e que adaptar o planejamento urbano é essencial para aumentar a capacidade de enfrentar cenários futuros.



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