Economia
Robótica industrial: NACHI destaca eficiência energética
Economia
A busca por maior eficiência energética e sustentabilidade tem impulsionado o desenvolvimento de tecnologias para a indústria. Nesse cenário, a NACHI apresenta iniciativas voltadas à conservação de energia e à evolução de soluções de automação industrial, conforme seu Relatório Ambiental 2026.
Entre as tecnologias destacadas está a unidade de economia de energia para o controlador robótico FD20, desenvolvida para reaproveitar energia regenerativa produzida durante a movimentação dos robôs.
Como funciona a recuperação de energia
Em sistemas convencionais, parte da energia regenerativa é dissipada na forma de calor por um resistor de descarga. A unidade apresentada pela NACHI permite armazenar essa energia em um capacitor e reutilizá-la nos movimentos do robô, contribuindo para reduzir o consumo elétrico durante a operação. O relatório também destaca o design compacto da unidade, adequado à instalação sobre controladores robóticos.
Exemplos de redução de consumo de 11% a 15%
Segundo o Relatório Ambiental 2026, a utilização da unidade de economia de energia proporcionou reduções aproximadas de 15% no modelo LPA180 e de 11% no SRA100HB, nas condições apresentadas. Os percentuais variam de acordo com o padrão de movimentação do robô e não representam um resultado garantido para todas as aplicações.
Automação e desenvolvimento sustentável
Além da recuperação de energia, a NACHI informa que busca conservar recursos por meio da redução do tamanho dos equipamentos e do aumento da velocidade operacional. A companhia também destaca o desenvolvimento do robô colaborativo MZS05, que combina recursos voltados à segurança, à produtividade e à precisão.
Com soluções para diferentes necessidades de automação, da indústria automotiva à fabricação de máquinas e equipamentos, a NACHI busca integrar avanços tecnológicos e eficiência no uso de recursos. A proposta é contribuir para processos industriais cada vez mais eficientes, alinhados às necessidades de produção e às iniciativas de sustentabilidade.
Fonte: NACHI Environmental Report 2026 — seção “Development of environmentally friendly products / Robotics”.
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Crédito fica mais acessível, mas CFO aponta o custo oculto
A CFO Bárbara Andrade lança em São Paulo e em Belo Horizonte o livro “A Conta do Crescimento: como escolher a fonte certa de capital sem comprometer o futuro da empresa”. A obra chega em um momento em que pequenos negócios voltaram a ter mais facilidade para conseguir crédito no Brasil e analisa o que as empresas pagam ao captar recursos além dos juros, como a perda de participação no negócio e as garantias oferecidas com o patrimônio dos sócios.
Segundo a autora, um dos erros recorrentes é buscar dinheiro antes de saber quanto a própria operação consegue pagar. Bárbara resume o argumento na conclusão: “Nenhuma empresa quebra por escolher a fonte de capital errada. Ela quebra por escolher qualquer fonte antes de saber o que a operação pode sustentar.”
O livro analisa as alternativas disponíveis hoje para empresas de porte médio, do crédito bancário ao investimento em troca de participação, passando por fundos de recebíveis, dívida estruturada e venture debt. De acordo com a obra, parte desses instrumentos era acessível apenas a grandes companhias até poucos anos atrás. No mesmo período, credores e investidores passaram a avaliar com mais rigor a governança e a capacidade de pagamento das empresas.
A autora também trata de fatores que pesam na decisão e recebem menos atenção nas análises de captação, como o medo de perder o controle do negócio e o desconforto de oferecer bens da família como garantia. Para Bárbara, “essas preocupações integram a decisão e precisam ser consideradas junto à análise financeira”.
Com mais de 15 anos de carreira em finanças, Bárbara trabalhou com controladoria e orçamento na indústria automotiva, com planejamento financeiro e tesouraria no setor de tecnologia e foi CFO e sócia de uma empresa de aviação privada. Sua experiência de liderança, aliada à formação em conselhos de administração, orienta a visão sobre captação de recursos, governança e os impactos das decisões de capital no futuro das empresas.
A personagem fictícia que guia os capítulos, uma empresária que precisa escolher entre duas propostas de financiamento, foi criada a partir de situações que se repetiram em conversas da autora com lideranças de vários setores. Com base nessa convivência, o livro defende que o histórico financeiro e o relacionamento com bancos e investidores são construídos antes de a empresa precisar de dinheiro e influenciam prazo, custo e condições das negociações futuras.
Para a autora, a decisão de captar recursos não cabe apenas ao departamento financeiro. Definir onde o dinheiro será aplicado e como ele vai voltar ao caixa exige a participação da área comercial, da área de operações e da liderança da empresa. O livro foi escrito para quem decide sobre capital, seja qual for o cargo: fundadores que nunca tiveram um CFO ao lado para interpretar contratos, diretores financeiros e conselheiros que precisam avaliar propostas de captação.
O primeiro lançamento será em São Paulo, na Livraria da Vila, e o segundo, posteriormente, em Belo Horizonte. Os convites são individuais e enviados a profissionais com trajetória reconhecida em suas áreas. O livro faz parte do catálogo de publicações certificadas pela A7Z, que seleciona seus autores pela experiência na alta liderança.
Mineira de Belo Horizonte, Bárbara Andrade mora em São Paulo e é CFO da Boca Rosa Company, uma marca brasileira de beleza e cosméticos. Atua também como palestrante e mentora, com trajetória em empresas como Iveco, Fiat, Hotmart e Flapper. Em 2021, foi reconhecida como CFO do ano pelo Global Excellence Awards. É formada em Administração pelo CEFET-MG, possui especializações em Finanças pelo Ibmec e pela London School of Business and Finance, além de formação em conselhos de administração pelo IBGC.
A obra é publicada pela A7Z, certificadora e editora especializada no posicionamento da alta liderança, que transforma trajetórias de carreira em publicações de referência. A A7Z integra a Rede Líderes, ecossistema que reúne quem decide em finanças, tecnologia, pessoas, risco e receita para, juntos, descobrirem as soluções e tecnologias de mercado capazes de responder aos desafios de suas empresas.
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