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MONIN, marca de xaropes para drinks, lança e-commerce

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A MONIN, com atuação global em soluções aromáticas para a criação de bebidas e aplicações culinárias, anunciou o lançamento de seu novo e-commerce, plataforma que busca fortalecer um modelo de atendimento 360°. O canal reúne mais de 70 produtos e oferece suporte tanto para profissionais do food service quanto para consumidores interessados em coquetelaria.

Thiago Zanon, diretor comercial e de marketing da MONIN no Brasil, afirma que a inauguração da fábrica da companhia no país representou um marco estratégico para a marca e reforçou a necessidade de ampliar sua presença também no ambiente digital. Segundo ele, a unidade, inaugurada em 2025 e primeira da América Latina, aproximou a empresa do mercado brasileiro, trouxe mais agilidade operacional e abriu espaço para iniciativas voltadas ao fortalecimento da capilaridade, do relacionamento com clientes e do acesso ao portfólio.

“Nesse contexto, o e-commerce surge como uma extensão natural desse movimento, ampliando a disponibilidade dos produtos em todo o país e reforçando o posicionamento da MONIN como uma marca cada vez mais conectada ao Brasil”, acrescenta. Além disso, o executivo destaca que a operação local também favorece o desenvolvimento de novos sabores com produção 100% nacional, explorando a biodiversidade brasileira.

Segundo dados da Data Bridge Market Research, o mercado global de xaropes aromatizados movimentou cerca de US$ 54,81 bilhões em 2024 e deve alcançar US$ 78,24 bilhões até 2032, apresentando uma taxa média de crescimento anual (CAGR) de 4,55% ao longo do período projetado. A expansão do setor é impulsionada, sobretudo, pelo aumento da demanda dos consumidores por experiências mais personalizadas de sabor em alimentos e bebidas.

Plataforma aposta em experiência e conveniência

De acordo com Zanon, o novo e-commerce da MONIN foi desenvolvido para atender, de forma complementar, os dois públicos que mais se relacionam com a marca no Brasil: os profissionais do food service e os consumidores finais.

Para bartenders, baristas, chefs e empreendedores do setor, a plataforma amplia o acesso ao portfólio completo da marca de maneira prática, nacional e direta, facilitando reposição, variedade e conveniência. Já para o consumidor final, o canal oferece uma experiência mais inspiracional e educativa, com receitas, conteúdos e a Bartender Virtual, ferramenta que auxilia na descoberta de novas formas de utilizar os produtos em casa.

“A proposta é democratizar o acesso à marca, mostrar sua versatilidade em diferentes momentos de consumo e fortalecer a relação com o público para além da compra”, pontua.

Disponível via WhatsApp, a Bartender Virtual utiliza inteligência artificial para auxiliar na criação de bebidas e receitas com produtos da marca. Segundo Zanon, a ferramenta oferece sugestões personalizadas, receitas e passo a passo de preparo a partir da interação com o usuário, atendendo a diferentes perfis, como consumidores, bartenders e revendedores.

“Para a MONIN, a ferramenta cumpre um papel importante de educação e inspiração, ajudando a desmistificar o uso dos produtos, ampliar seu consumo em diferentes ocasiões e mostrar que é possível criar bebidas e receitas com praticidade tanto em casa quanto em estabelecimentos como bares, restaurantes e cafeterias”, enfatiza. A expectativa, conforme observa o executivo, é que a solução aproxime ainda mais a marca do cotidiano das pessoas e estimule o uso recorrente do portfólio.

Estratégia digital une tecnologia e conteúdo

Para se diferenciar no ambiente digital e em um mercado cada vez mais competitivo, a MONIN aposta na combinação entre conteúdo, tecnologia, educação e experiência de marca. Zanon ressalta que a estratégia digital também está conectada ao fortalecimento da comunidade de bartenders e baristas, por meio de iniciativas como a MONIN Cup, competição global voltada a jovens profissionais da mixologia, que reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor.

“Em vez de atuar apenas como um canal de vendas, o e-commerce e a Bartender Virtual foram desenhados para oferecer uma jornada mais completa, que informa, inspira e facilita o uso dos produtos no dia a dia”, conclui.

Para saber mais, basta acessar: https://monin.com.br/



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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

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Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .

Entre as principais vedações estão:

• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

As punições previstas incluem:

• multas de até 20% do faturamento da operadora;

• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;

• cassação da licença em casos de reincidência grave.

Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.

O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.



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