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Menu Restaurantes Corporativos conquista certificação GPTW

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A Menu Restaurantes Corporativos, tradicional empresa do setor de alimentação coletiva com operações nas regiões Sul e Sudeste, acaba de receber a certificação da consultoria global Great Place to Work (GPTW). O selo reconhece a companhia como um excelente lugar para trabalhar, validando seu modelo de gestão focado no desenvolvimento humano e no bem-estar das equipes.

A conquista baseia-se em uma pesquisa anônima respondida pelos mais de 600 colaboradores próprios, que avaliaram o clima organizacional, o orgulho em pertencer e a confiança na liderança. De acordo com os resultados da pesquisa interna, 74% dos colaboradores afirmam estar satisfeitos com a empresa, enquanto 77% dizem que a recomendam como um bom lugar para trabalhar. O clima positivo interno se reflete diretamente no resultado final, em que o fator de satisfação dos clientes atinge a marca de 91%.

“Em um setor em que a excelência operacional depende diretamente das pessoas, esse reconhecimento reforça que estamos construindo uma cultura baseada em desenvolvimento e valorização das equipes. A certificação é importante, mas também amplia nossa responsabilidade de continuar investindo em talentos, fortalecer lideranças e evoluir continuamente a experiência dos colaboradores à medida que expandimos nossa presença e operações”, afirma Flávio Charles, CEO da Menu.

A empresa paranaense começou suas atividades na década de 1970 e conta hoje com 80 clientes, mais de 600 colaboradores e unidades nas regiões Sul e Sudeste. Como parte do planejamento estratégico, a Menu amplia sua atuação em 2026 com uma nova vertical, o braço Menu Canteen, voltado à alimentação escolar privada, com foco em refeições saudáveis e educação nutricional.

Fiel à essência, a Menu mantém seu compromisso com as pessoas por meio do lema “Pessoas que servem pessoas”, fortalecendo sua área de Gente e Cultura para promover ainda mais escuta ativa, desenvolvimento e um ambiente que gere pertencimento, engajamento e atendimento ao cliente.



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El Niño intensifica eventos extremos no Brasil

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O Painel El Niño 2026‑2027, elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), apontou mais de 90 % de probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, com possibilidade de permanência até o início de 2027.

O fenômeno deve gerar impactos distintos nas regiões brasileiras: no Sul, o Inmet projeta chuvas acima da média e possibilidade de recordes; no Nordeste, o Cemaden prevê expansão da seca severa e extrema; no Sudeste, 89 % da região sofreu algum grau de seca em julho e as previsões indicam período de chuvas intensas e altas temperaturas, segundo o Climatempo; na Amazônia, o Cemaden e a Ana alertam para déficit de chuva, risco de prolongamento da seca e aumento da incidência de incêndios.

O Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique (INAM) alerta que o El Niño em curso pode tornar‑se um dos mais severos registrados desde 1950. Vininha F. Carvalho, ambientalista, economista e editora da Revista Ecotour News & Negócios ressalta que o aquecimento das águas do Pacífico pode afetar indicadores sociais, da saúde à educação.

De acordo com o Dr. Alexandre Chieppe, consultor médico da MedLevensohn, a instabilidade climática pode desencadear desastres como enchentes e inundações e aumentar a incidência de doenças transmissíveis. Ele destaca que a combinação de umidade e calor cria condições favoráveis à proliferação de vetores de zoonoses, sobretudo arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya.

O El Niño também pode impactar a agricultura, os níveis dos reservatórios, a geração de energia e os preços dos alimentos. O monitoramento depende da coleta contínua de dados atmosféricos e oceânicos por satélites, sensores e boias, permitindo que produtores rurais recebam alertas em tempo real e ajustem suas decisões de manejo.

Vininha F. Carvalho conclui que a mudança climática já está gerando novos desafios para as cidades brasileiras, e que adaptar o planejamento urbano é essencial para aumentar a capacidade de enfrentar cenários futuros.



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