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Menu Restaurantes Corporativos conquista certificação GPTW

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A Menu Restaurantes Corporativos, tradicional empresa do setor de alimentação coletiva com operações nas regiões Sul e Sudeste, acaba de receber a certificação da consultoria global Great Place to Work (GPTW). O selo reconhece a companhia como um excelente lugar para trabalhar, validando seu modelo de gestão focado no desenvolvimento humano e no bem-estar das equipes.

A conquista baseia-se em uma pesquisa anônima respondida pelos mais de 600 colaboradores próprios, que avaliaram o clima organizacional, o orgulho em pertencer e a confiança na liderança. De acordo com os resultados da pesquisa interna, 74% dos colaboradores afirmam estar satisfeitos com a empresa, enquanto 77% dizem que a recomendam como um bom lugar para trabalhar. O clima positivo interno se reflete diretamente no resultado final, em que o fator de satisfação dos clientes atinge a marca de 91%.

“Em um setor em que a excelência operacional depende diretamente das pessoas, esse reconhecimento reforça que estamos construindo uma cultura baseada em desenvolvimento e valorização das equipes. A certificação é importante, mas também amplia nossa responsabilidade de continuar investindo em talentos, fortalecer lideranças e evoluir continuamente a experiência dos colaboradores à medida que expandimos nossa presença e operações”, afirma Flávio Charles, CEO da Menu.

A empresa paranaense começou suas atividades na década de 1970 e conta hoje com 80 clientes, mais de 600 colaboradores e unidades nas regiões Sul e Sudeste. Como parte do planejamento estratégico, a Menu amplia sua atuação em 2026 com uma nova vertical, o braço Menu Canteen, voltado à alimentação escolar privada, com foco em refeições saudáveis e educação nutricional.

Fiel à essência, a Menu mantém seu compromisso com as pessoas por meio do lema “Pessoas que servem pessoas”, fortalecendo sua área de Gente e Cultura para promover ainda mais escuta ativa, desenvolvimento e um ambiente que gere pertencimento, engajamento e atendimento ao cliente.



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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

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Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .

Entre as principais vedações estão:

• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

As punições previstas incluem:

• multas de até 20% do faturamento da operadora;

• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;

• cassação da licença em casos de reincidência grave.

Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.

O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.



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